O Ministério Público da Bahia (MP-BA) abriu um procedimento extrajudicial para investigar a morte da empresária Adriele da Silva Pinto, de 31 anos, ocorrida durante uma cirurgia plástica em Ilhéus, no sul do estado. A apuração terá prazo inicial de 30 dias e poderá ser prorrogada pelo mesmo período.
A família da empresária também apresentou uma denúncia ao Conselho Regional de Medicina do Estado da Bahia (Cremeb-BA). O órgão informou que ainda vai analisar se a denúncia será admitida e esclareceu que, atualmente, não existe processo ético-profissional em andamento contra o médico responsável pela cirurgia.
O médico Rossini Tebaldi Ruback, por meio da defesa, lamentou a morte da paciente e afirmou que o procedimento ocorreu normalmente, sem intercorrências. Segundo os advogados, uma alteração grave no quadro clínico de Adriele teria surgido de forma repentina durante a etapa final da cirurgia.
Após uma fiscalização, a Secretaria da Saúde do Estado da Bahia (Sesab) determinou, na quinta-feira (27), a interdição cautelar do centro cirúrgico do Hospital Vida, onde o procedimento foi realizado. De acordo com a secretaria, o espaço não possuía alvará sanitário para funcionamento.
O caso segue sendo apurado pelos órgãos responsáveis.





