Dados do Monitor de Trabalho Decente da Justiça do Trabalho apontam que, nos últimos quatro anos, 7 em cada 10 pedidos de indenização por assédio sexual foram movidos por mulheres. Entre 2020 e 2024, o órgão registrou 33.050 casos. O número de novas ações subiu 35% entre 2023 e 2024, passando de 6.367 para 8.612 processos.
O primeiro alistamento militar feminino voluntário já recebeu 25.250 inscrições, com a maioria das candidatas vindas das regiões Sudeste e Nordeste. Apesar da presença feminina nas Forças Armadas há 45 anos, as mulheres ainda representam apenas 11% do efetivo total, segundo dados do Exército fornecidos ao portal Poder360.
A deputada federal Erika Hilton (PSOL-SP) anunciou, no último sábado (8), um conjunto de propostas legislativas para ampliar os direitos das mulheres no Brasil. Entre as iniciativas, Hilton destacou a intenção de pautar a anistia para mulheres presas ou investigadas por realizarem aborto no país.
Um levantamento do g1 com base nos dados do Sisdepen, painel da Secretaria Nacional de Políticas Penais (Senappen), revelou que 26,8% das mulheres presas no Brasil não têm visitantes cadastrados, ou seja, não recebem visitas de familiares ou amigos.
O Conselho Federal de Medicina (CFM) determinou a suspensão da médica paraense Lana Tiani Almeida da Silva por seis meses. A decisão, que entrou em vigor no dia 20 de fevereiro, impede a profissional de exercer a medicina durante esse período. O afastamento foi confirmado pelo CFM ao G1 nesta sexta-feira (7).
O número de mulheres feridas por armas de fogo no Brasil cresceu 42% entre 2020 e 2023, segundo dados do DataSUS divulgados neste sábado (8) pelo Instituto Sou da Paz. Em 2023, foram registradas 4.395 notificações de mulheres baleadas que sobreviveram, o maior número desde 2017, quando houve um pico com 4.498 casos.
Neste sábado (8), Dia Internacional da Mulher, as nove capitais do Nordeste serão palco de manifestações em defesa dos direitos femininos e contra a violência de gênero. O tema deste ano reforça a luta por justiça reprodutiva, redução da jornada de trabalho sem perda salarial e a defesa da democracia.
Um estudo divulgado pelo Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA) nesta sexta-feira (6) aponta que as mulheres negras são as que mais solicitam medidas protetivas de urgência em casos de violência doméstica no estado. A pesquisa analisou 380 processos de pedidos feitos entre 2021 e 2023 em diversas cidades baianas.
Entre 2020 e 2024, o Brasil registrou 7.072 casos de feminicídio, com um recorde histórico em 2024. Segundo o Sistema Nacional de Informações de Segurança Pública (Sinesp), o país contabilizou 1.459 assassinatos de mulheres apenas neste ano, um aumento de 7,6% em relação a 2023. A média alarmante é de quatro mortes por dia.
Uma jovem de 22 anos, identificada como Juliana da Luz, foi esfaqueada dentro de casa no bairro de Sussuarana, em Salvador, na última terça-feira (4). O suspeito do crime é o ex-namorado da mãe da vítima, que não aceitava o fim do relacionamento e está foragido.







