Últimas Notícias sobre MULHER

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Mulheres sofrem mais assédio moral e sexual no ambiente de trabalho do que os homens, de acordo com pesquisa do Instituto Patrícia Galvão obtida pelo G1: 40% delas dizem que já foram xingadas ou já ouviram gritos no trabalho, contra 13% dos homens que vivenciaram a mesma situação. Dentre os trabalhadores que tiveram seu trabalho excessivamente supervisionado, 40% também são mulheres e 16% são homens.

Erro, não existe o grupo! Verifique sua sintaxe! (ID: 45)

Viviane, Thalia, Evelaine, Loni, Anna Paula e Aline foram vítimas de feminicídio no período do Natal em 2020 Foto: Reprodução

Viviane Vieira do Amaral Arronenzi, de 45 anos, moradora de Niterói (RJ); Thalia Ferraz, 23, de Jaraguá do Sul (SC); Evelaine Aparecida Ricardo, 29, de Campo Largo (PR); Loni Priebe de Almeida, 74, de Ibarama (RS); Anna Paula Porfírio dos Santos, 45, de Recife (PE); e Aline Arns, 38, de Forquilhinha (SC) — seis mulheres que, até este Natal, viviam suas vidas separadamente, mas agora se encontram nas estatísticas do feminicídio no Brasil.

Erro, não existe o grupo! Verifique sua sintaxe! (ID: 46)

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Levantamento produzido pelo Instituto Patrícia Galvão revela que 76% das mulheres já foram vítimas de violência no ambiente de trabalho. De acordo com o relatório, elaborado com o apoio da Laudes Foundation e divulgado hoje (7).

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Com a chegada de dezembro, o clima natalino começa a tomar conta das casas. Mas, devido a pandemia do novo coronavírus, o orçamento para a decoração natalina da maioria das famílias está menor. Pensando nisso, o portal iBahia entrevistou a decoradora e consultora da Ferreira Costa, Rosângela Batista, que separou dicas para decorar os ambientes de forma mais barata. Confira:

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Consumir pornografia pode até parecer um gesto inofensivo, só para entretenimento e prazer. Mas o consumidor desses conteúdos acaba contribuindo com uma indústria bilionária, que lucra com a exploração do papel da mulher e transmite a ideia de que aquilo é sexo. Ouvimos especialistas para entender como todos são afetados pelo pornô, vendou ou não esses conteúdos, e os reflexos desse hábito na sociedade, como a violência contra as mulheres.

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Nesta quinta feira (15), participou no programa Meio dia e Meia do Voz Da Bahia, Allice Santos Passos, Miss Real Santo Antônio de Jesus e contou sua participação no concurso de beleza feminina, o Miss Brasil Real.

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As brigas entre casais aumentaram em 431% entre fevereiro e abril de 2020, segundo uma pesquisa realizada pela empresa Decode Pulse, a pedido do Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP). O levantamento foi feito por meio do monitoramento de relatos de violência doméstica no Twitter e constatou aumento de 37% em março e 53% em abril, período em que foram intensificadas as medidas de isolamento físico no combate à Covid-19.

Amanda Mendes @todecrespa (Foto: Reprodução Instagram @todecrespa)

Usar leave-in faz toda a diferença na hora de cuidar e finalizar os fios crespos e cacheados. Isso porque esse tipo de produto garante mais definição e hidratação, além de ajudar a controlar o frizz. No entanto, para aproveitar todos esses benefícios, é importante escolher versões específicas para o seu tipo de cabelo.

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Mulheres que movimentam e inspiram os negócios no Brasil celebram nesta quinta-feira (19) o Dia Mundial do Empreendedorismo Feminino. Para comemorar a data, o Facebook lança hoje o programa Reinventar para Permanecer, um evento totalmente digital e gratuito que ocorrerá das 10h30 às 19h.

Os ataques têm crescido e têm em comum muito mais do que a concentração das atividades online no período da pandemia - Marcello Casal Jr./Agência Brasil

Ser mulher e estar nas redes sociais é estar sujeita a sofrer assédio online. É o que aponta a pesquisa Liberdade On-line? Como meninas e jovens mulheres lidam com o assédio nas redes sociais, feita pela ONG Plan International. Em um estudo em que 500 brasileiras foram consultadas, 77% declararam terem sido assediadas em um ambiente virtual. Esse número é maior que a média global, que é de 58%. Além disso, outro ponto da pesquisa chama atenção: o início precoce do assédio. A maioria das meninas afirmou ter começado a sofrer assédio nas redes sociais entre os 12 e 16 anos.

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