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O Comitê de Emergências, da Organização Mundial da Saúde (OMS), decidiu, nesta quarta-feira (13), que este não é o momento para rebaixar a classificação da Covid-19, ainda a considerando pandemia. A decisão vai na contramão da opinião do presidente Jair Bolsonaro (PL), que tem defendido rebaixar a Covid-19 para endemia.
O suspeito de abrir fogo contra passageiros no metrô de Nova York (relembre aqui), foi preso pelo Departamento de Polícia de Nova York (NYPD) na tarde desta quarta-feira (13). Segundo informações da NYDP, o homem estava andando tranquilamente no bairro East Village, no centro da cidade.
Pelo menos 13 pessoas ficaram feridas e várias foram baleadas, nesta terça-feira (12), em uma estação de metrô, na cidade de Nova York, nos Estados Unidos. De acordo com os veículos de comunicação locais, artefatos explosivos foram encontrados na área.
A rainha britânica Elizabeth II, de 95 anos de idade, revelou, durante uma videochamada com funcionários de um hospital de Londres na última quarta-feira (6), que ficou “muito cansada e exausta” após ter enfrentado a Covid-19. A monarca testou positivo para a doença em fevereiro. As informações são da CNN Brasil.
A Federação Internacional de Automobilismo (FIA) está investigando o piloto de kart Artem Severiukhin por causa de um gesto nazista. O russo, de 15 anos, fez a saudação durante o pódio da etapa de Portimão do Campeonato Europeu de Kart. A equipe sueca Ward Racing o desligou.
Após ser informado em setembro pelo grupo de defesa de idosos AARP sobre uma pessoa que vendia animais de estimação falsos nos Estados Unidos, o Google, da Alphabet, processou nesta segunda-feira (11) o suposto golpista.
Após voltar a registrar uma alta de casos da Covid-19, Xangai, maior cidade da China, voltou a enfrentar lockdowns. De acordo com as informações divulgadas pelo governo chinês, cerca de 25 milhões de pessoas voltaram a viver em confinamento.
O presidente Emmanuel Macron (centro) e sua adversária, Marine Le Pen (extrema direita) voltarão a se enfrentar em um segundo turno presidencial na França, após serem os dois candidatos mais votados no primeiro turno deste domingo, 10, com uma vantagem maior do que o esperado para o atual mandatário, segundo as primeiras estimativas.
Os cristãos na China estão enfrentando níveis cada vez mais altos de cerceamento da liberdade religiosa, uma censura imposta pelos diversos mecanismos de controle que o governo comunista do país exerce sobre o povo. E o símbolo mais recente dessa perseguição é a proibição da palavra “Cristo” na principal rede social do país.
Os franceses vão às urnas nas eleições que acontecem neste domingo (10), para definir quem serão os dois candidatos à presidência que vão se enfrentar no segundo turno, marcado para o dia 24 de abril. As informações são do G1.











