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Em um compromisso que não estava previsto na agenda oficial, o presidente Jair Bolsonaro, candidato à reeleição, foi à sede do Conselho Federal de Medicina (CFM) nesta quarta (27) e fez um discurso para médicos reunidos no auditório. Bolsonaro exaltou ações do governo na pandemia de Covid e voltou a defender a cloroquina, remédio comprovadamente ineficaz para a doença.
Pesquisa Ipespe divulgada nesta segunda-feira, 25, mostra um cenário eleitoral estável e o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) liderando a disputa com 44%, frente a 35% do presidente Jair Bolsonaro (PL).
“Bahia de mãos dadas com o Brasil”, diz Roma durante lançamento da candidatura de Jair Bolsonaro
O candidato a governador da Bahia, João Roma (PL), marcou presença na Convenção do PL, neste domingo (24) e destacou a importância de reeleger Jair Bolsonaro (PL) para colocar a ‘Bahia de mãos dadas com o Brasil’. “Chegamos aqui ao Maracanãzinho para a convenção que vai levar o presidente Bolsonaro à reeleição, para que todos nós continuemos a ter orgulho dessa bandeira verde e amarela e também para colocar a Bahia de mãos dadas com o Brasil”, disse e ex-ministro da Cidadania, no Ginásio do Maracanãzinho.
O presidente Jair Bolsonaro (PL) declarou no último sábado (23) que o foco do governo é reduzir pelo menos dois reais a gasolina.
O Partido Liberal (PL) anunciou oficialmente o presidente Jair Bolsonaro como candidato à reeleição à Presidência da República, na manhã deste domingo (24).
A convenção do Partido Liberal (PL) para oficializar a candidatura à reeleição do presidente Jair Bolsonaro já abriu as portas para o público na manhã deste domingo (24). O general Braga Netto, ex-ministro da Defesa e da Casa Civil, será o candidato a vice. A legenda organizou o evento no Maracanãzinho, no Rio de Janeiro, espaço que comporta 12 mil pessoas.
O PL (Partido Liberal) começou a veicular neste sábado (23) anúncios curtos no YouTube e Google com propagandas do presidente Jair Bolsonaro (PL). A sigla gastou R$ 127 mil para divulgar a campanha publicitária na plataforma, segundo o site Poder360. Os anúncios começaram 1 dia antes da convenção partidária que oficializará o nome do presidente como candidato a reeleição.
Regina Duarte, ex-secretária especial de Cultura do governo Bolsonaro que terá que devolver R$ 320 mil por projeto financiado pela Lei Rouanet, captou R$ 1,4 milhão para peças com o incentivo.
Segundo dados disponíveis no Salic, o Sistema de Apoio às Leis de Incentivo à Cultura, a empresa da atriz reuniu recursos para três projetos -“Honra”, “Pedro e Vanda” e “Coração Bazar”, todos de teatro.
Foi com “Honra”, estrelada por ela, Gabriela Duarte, Carolina Ferraz e Marcos Caruso, que A Vida É Sonho Produções Artísticas, empresa de Duarte com seus filhos, arrecadou mais dinheiro -foram R$ 800 mil, já com as contas aprovadas.
“Pedro e Vanda”, de Jay Di Pietro, angariou R$ 288 mil e levou aos palcos Gabriela Duarte e Marcelo Serrado, numa temporada de quatro meses.
“Coração Bazar”, que captou R$ 321 mil, é o mológo que teve suas contas reprovadas. Publicado no Diário Oficial nesta quinta-feira (21), o atual secretário, Hélio Ferraz de Oliveira, recusou o recurso da empresa e manteve a reprovação de contas da peça.
Segundo reportagem da Veja que revelou o caso, a área técnica do ainda Ministério da Cultura reprovou a prestação de contas de “Coração Bazar” em 2018.
Em entrevista à revista, André Duarte, filho de Regina Duarte e um dos sócios da empresa, afirmou que a prestação de contas foi reprovada porque não apresentaram os comprovantes de que a peça não cobrou ingressos nas apresentações entre 2004 e 2005 -essa seria a contrapartida do projeto.
Apesar de usar o recurso para seus projetos, Regina Duarte já aplaudiu em suas redes sociais o anúncio do então secretário de fomento da Secretaria Especial da Cultura, André Porciuncula, que previa a redução do teto para cachês em projetos culturais realizados por meio da Lei Rouanet.
Em postagem no Instagram, Duarte, que chefiou a secretaria entre março e maio de 2020, definiu o corte como uma “novidade importante no setor cultural brasileiro”.
A poucos meses da eleição, as menções a assuntos relacionados a violência e criminalidade dispararam no debate eleitoral do Twitter e do Facebook. Já a corrupção, central na eleição de 2018, tem perdido espaço progressivamente.
As medidas de flexibilização no acesso e porte de armas promovidas pelo governo do presidente Jair Bolsonaro (PL) são criticadas por seus principais concorrentes na disputa ao Palácio do Planalto e podem ser revistas caso ele não se reeleja.








