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A apresentadora de TV e chef de cozinha Bela Gil foi nomeada para integrar o núcleo técnico do governo de transição de Desenvolvimento Social e Combate à Fome.

Foto: Fabio Rodrigues Pozzebon/ABr/Divulgação CP

O ex-ministro da Fazenda, Guido Mantega, descartou nesta sexta-feira (11), a possibilidade de ser ministro no governo Lula (PT). Mantega faz parte da equipe de transição de governo, no núcleo temático Planejamento, Orçamento e Gestão.

Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

Especialistas avaliam que cinco anos ainda é um tempo curto para avaliar resultados positivos ou negativos da reforma trabalhista aprovada em 2017, no governo de Michel Temer. No entanto, nestes cinco anos, já é possível identificar quem defende ou não uma nova reforma. Desde 2017, o mercado viveu momentos de altos e baixos, com a sobreposição de crises e mudanças. Veio a pandemia de Covid-19, que ainda não terminou por completo, um novo governo assumiu e uma guerra acabou se desenvolvendo no Leste Europeu.

Foto: Wilson Dias/Agência Brasil

Os 23 partidos que compõem o Congresso Nacional já manifestaram quais são suas posições em relação ao governo do presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que inicia em 2023.

O MDB não quer coordenar nem integrar as comissões de Saúde e Educação na transição do presidente eleito, Luiz Inácio Lula da Silva (PT). A informação é da coluna de Guilherme Amado, do portal Metrópoles.

O presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT) disse nesta quinta-feira (10) que o presidente Jair Bolsonaro (PL) deve desculpas às Forças Armadas pelo uso “humilhante e deplorável” durante as eleições. O petista discursou durante a primeira visita ao Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB), sede da transição de governo.

O presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT) concede entrevista após encontro com o presidente do TSE, o ministro Alexandre de Moraes Foto: Wilton Junior/Estadão / Estadão

O presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT) minimizou a divulgação do relatório feito Ministério da Defesa, nesta quarta-feira, 9, sobre as eleições (reveja aqui). O documento é uma estratégia do presidente Jair Bolsonaro (PL) para pôr em dúvida a legitimidade da disputa.

O ministro da Defesa, general Paulo Sérgio Nogueira, em evento militar; nesta 4ª (9.nov), a Defesa enviou relatório ao TSE sobre o processo eleitoral / FOTO: SÉRGIO LIMA / Poder 360º

O Ministério da Defesa enviou nesta 4ª feira (9.nov.2022) ao TSE (Tribunal Superior Eleitoral) relatório de fiscalização produzido pelos técnicos militares sobre o processo eleitoral nos 1º e 2º turnos. O texto descartou “inconformidade” a partir da comparação de boletins de urna. Leia a íntegra do documento do Ministério da Defesa (19 MB) e a do ofício enviado pelo ministro Paulo Sérgio Nogueira ao presidente do TSE, Alexandre de Moraes (191 KB).

Após se encontrar com a senadora Simone Tebet (MDB) em Brasília, nesta terça-feira (8), o vice-presidente eleito, Geraldo Alckmin (PSB), que é coordenador da equipe de transição de governo, afirmou que a aliada integrará este processo cuidando da área de desenvolvimento social.

O presidente Jair Bolsonaro (PL), que não conseguiu se reeleger, vai assumir, em janeiro do próximo ano, o cargo de presidente de honra do PL.

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