Defensora da abertura de novas fronteiras para exploração de petróleo no país, a nova presidente da Petrobras, Magda Chambriard, questionou nesta segunda-feira (27), relações entre a tragédia climática no Rio Grande do Sul e a produção de combustíveis fósseis no mundo.
Em sua primeira entrevista após assumir o cargo, ela defendeu que catástrofes como as que afligem os gaúchos refletem diversas causas e que é injusto responsabilizar a produção de petróleo no pré-sal brasileiro.
“Não é o pré-sal que tem culpa disso”, afirmou. “O pré-sal traz grandes benefícios para a sociedade, traz receita incalculável para o Brasil. De forma direta ou indireta, está contribuindo para a qualidade de vida no Brasil.”
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Ela mencionou as enchentes no Sul provocada pela imprensa, após defender a busca de novas reservas de petróleo no país em seu discurso de abertura e em resposta a perguntas anteriores.
“Primeiro, quero me solidarizar com o sofrimento do Rio Grande do Sul”, iniciou sua resposta. “A questão da transição energética é curiosa, porque temos questões e questões, causas e causas e muita coisa é colocada nessa mesa não estando diretamente ligada a ela”, continuou.
Magda seguiu citando um caso pessoal, em que a garagem do prédio onde mora no Rio de Janeiro foi inundada por fortes chuvas.
E disse que o prédio foi construído sobre um aterro onde antes era a lagoa Rodrigo de Freitas, o que explicaria a inundação.
Fonte: BN





