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Foto: Ilustrativa

Dia desses fui adicionada a um grupo no WhatsApp e, logo que entrei, uma pessoa com quem não tenho contato há pelo menos 25 anos, fez uma gracinha recordando uma passagem não muito agradável da minha adolescência. Por sorte, ninguém deu corda para o comentário da ex colega – que deve ter parado no tempo – e eu respondi com meu silêncio. O fato trouxe à tona situações vexatórias que passei nessa fase da minha vida, em que a menina tímida, introvertida e insegura que eu era se deixava abalar por comentários maldosos, nada agradáveis, da turminha “popular” do colégio.

Nós, humanos, vivemos à procura de fórmulas, por mais que sejamos de humanas. Tá legal, esse trocadilho não foi dos melhores, mas é muito verdadeiro. Repare só: tem fórmula do amor, da felicidade, da nota máxima na avaliação, do ponto perfeito do brigadeiro… Nós buscamos fórmulas porque, no fim, todos nós estamos em busca de resultados: saber o que é viver uma grande paixão, fugir da rotina, passar no vestibular, comer um belo brigadeiro. Diante de tantas equações para uma vida plena e perfeita, é normal ficar com algumas dúvidas – principalmente se você for de humanas!

Foto: Reprodução / CBN News

Um acidente de carro ocorrido em 1997 mudou completamente a vida de Landon Whitley e Julie Kemp, mãe e filho. Além de perder o marido, Andy, Julie viu seu filho ser dado como morto por três vezes.

Landon tinha apenas 8 anos e estava no banco de trás do veículo que era dirigido por seu pai. Uma ambulância bateu exatamente do lado deles. Andy faleceu na hora, Landon foi o último a ser retirado dos destroços do carro e sofreu traumatismo craniano que o levaram a morte. Ele foi socorrido e ressuscitado, mas já no Centro Médico de Carolina, nos Estados Unidos, ele morreu mais duas vezes, sendo que na última ele voltou a vida, mas ficou em coma por duas semanas.

Nessas três vezes que ele faleceu, o menino foi levado ao céu e teve experiências que marcaram sua vida para sempre. “Eu me lembro de poder ver meu pai e seu amigo Olan Palmer que faleceram menos de um mês antes dele, também em um acidente de carro, e o filho de Olan, Neil Palmer, que morreu em um carro de quatro anos antes. E foi engraçado porque eu me lembro de todos nós como de pé em um quadrado. Nunca um de nós disse uma palavra para o outro, mas estávamos todos de pé lá”, relata.

Sempre que sentimos raiva de alguém, culpamos essa pessoa por alguma dor que existe em nós

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