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Vinte e quatro medicamentos adquiridos pelo Ministério da Saúde e distribuídos para estados e municípios estão com estoque zerado na Bahia, de acordo com a Secretaria de Saúde do Estado (Sesab). Pacientes com HIV/ Aids vão sofrer com o abastecimento da Zidovudina. O medicamento está associado ao prolongamento da sobrevida dos pacientes, com redução das possíveis infecções e outras melhoras imunológicas. Os remédios com estoque zerado também são usados para tratamento de doenças como tuberculose, hanseníase, hepatite, artrite reumatóide, Alzheimer, Parkinson, esclerose múltipla.
Bebês prematuros internados em hospital da Bahia ganham fantasias de super-heróis; veja as fotos
Bebês que nasceram prematuros e que permanecem internados no Hospital Regional Deputado Luís Eduardo Magalhães, em Porto Seguro, no sul da Bahia, foram fantasiados de super-heróis por colaboradores da unidade médica. A iniciativa tem intuito de reforçar o acolhimento e humanização no berçário, conforme o hospital.
A ciência não cansa de comprovar que “uma maçã por dia mantém o médico distante” (do ditado em inglês,”an apple a day keeps the doctor away”). Além de proteger o coração, ajudar a emagrecer e fortalecer a imunidade, essa fruta também é capaz de prevenir contra tumores malignos, em especial aqueles de pulmão, intestino, boca, mamas e … continue
Se o Ministério da Saúde não voltar a fornecer os remédios que estão com estoque zerado ou “crítico” na Bahia, mais de cinco mil pessoas esquizofrênicas poderão ficar sem o tratamento da doença no estado.
De acordo com a Secretaria de Saúde da Bahia (Sesab), o medicamento Olanzapina, que é indicado para o tratamento agudo e de manutenção da esquizofrenia e outros transtornos mentais, deve acabar no próximo mês de junho. Ao todo, mais de 19 de mil pacientes podem ser prejudicados com a falta dos medicamentos.
Pessoas com esquizofrenia ainda estão sem a Quetiapina Fumarato, remédico indicado para pacientes com transtorno afetivo bipolar ou depressão. Segundo a Sesab, 2949 esquizofrênicos fazem uso do remédio do estado.
Quem tem doença renal crônica também será afetado com a falta de remédios. O Sevelamer Cloridrato, que é fornecido para 3848 pessoas, está com o estoque crítico.
Os 1766 pacientes transplantados do estado também ficarão sem o Tacrolimus, medicamento que ajuda a reduzir o risco de rejeição do órgão transplantado.
Para a presidente do Conselho Estadual dos secretários Municipais de Saúde da Bahia (Cosemns), Stela dos Santos, o estado passa por uma situação difícil.
“Nós comungamos com a Sesab e estamos preocupados com os pacientes que precisam desses remédios. Alguns medicamentos, por exemplo, não são nem vendidos”, diz Stella.
A presidente da Consemns vai discutir o problema em uma reunião em Brasília na próxima semana.
Falta de remédios ainda não atingiu postos de saúde da capital
A Sesab repassa os medicamentos do Ministério da Saúde para os postos de saúde dos municípios.
Segundo a Secretária Municipal de Saúde, até agora, nenhum dos 24 remédios citados na lista da Sesab estão em falta nos postos da capital baiana.
O Ministério da Saúde publica nesta quinta-feira (9) portaria que amplia o horário de atendimento de unidades básicas de saúde. De acordo com o ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, as opções de carga horária semanal a serem disponibilizadas aos chamados postos de saúde são 40 horas (esquema atual), 60 horas e 75 horas.
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) decidiu recolher 181 lotes de medicamentos usados para tratamento de hipertensão arterial devido à presença de impurezas associadas a um potencial risco de câncer.
Entre esses medicamentos, estão o losartana, o segundo remédio mais vendido do país, e do valsartana, também amplamente usado.
Gerou reação de especialistas e de representantes de movimentos feministas o despacho emitido pelo Ministério da Saúde (MS) e assinado pela coordenadora-geral de Saúde das Mulheres, Mônica Almeida Neri, na última sexta-feira, que determina a abolição do termo “violência obstétrica”.
A Agência dos Estados Unidos para Alimentos e Medicamentos (FDA) aprovou com restrições o uso no país da primeira vacina contra a dengue, no último dia 1. A Dengvaxia, do laboratório francês Sanofi Pasteur, deverá ser aplicada somente para pessoas com idade de 9 a 16 anos residentes em áreas onde a doença é epidêmica e que já tenham sido antes infectadas. Segundo o jornal The New York Times, a decisão do FDA foi tomada depois de o laboratório Sanofi ter admitido que a vacina pode provocar a forma mais grave de dengue se for aplicada em pessoas que nunca foram contaminadas pela doença. Em nota, a agência informou que os efeitos adversos da vacina são: dor de cabeça, dores nas juntas, fadiga, dor no local da injeção e febre baixa.
As cirurgias ortopédicas do Hospital Casa de Saúde Santana em Feira de Santana foram suspensas. A informação foi divulgada nesta quarta-feira (8). Ao Acorda Cidade, o diretor da Casa de Saúde, Germano Correa, a empresa de placas e parafusos, que fornece os insumos para os procedimentos, alega que o valor pago pelo Sistema Único de Saúde (SUS) não compensa.
Em um único dia de mobilização nacional, no Dia D, 5,5 milhões de pessoas foram vacinadas no Sistema Único de Saúde (SUS). O número impulsionou para 45% (26,9 milhões de pessoas) a cobertura do público-alvo da campanha, formado por pessoas consideradas mais vulneráveis para complicações da gripe, segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS). O Dia D aconteceu no último sábado (04/5) e contou com o esforço dos estados e municípios, e profissionais de saúde, que atuaram nos 41,8 mil postos de vacinação e nas unidades móveis em todo o país. “Foi um bom resultado que nos fez crer que estamos no caminho certo para atingir a meta de vacinar, pelo menos, 90% do grupo prioritário até o fim da campanha, que prossegue até o dia 31 de maio.








