O ministro Cristiano Zanin, presidente da Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF), agendou para o dia 2 de setembro o início do julgamento da ação penal que apura a participação do chamado núcleo 1 na suposta tentativa de golpe de Estado ligada aos atos de 8 de janeiro de 2023 em Brasília.
Entre os oito réus estão o ex-presidente Jair Bolsonaro, apontado como principal articulador do plano, e ex-integrantes do alto escalão de seu governo: Mauro Cid (ex-ajudante de ordens e delator), Alexandre Ramagem (ex-diretor da Abin), Almir Garnier (ex-comandante da Marinha), Anderson Torres (ex-ministro da Justiça e ex-secretário de Segurança do DF), Augusto Heleno (ex-ministro do GSI), Paulo Sérgio Nogueira (ex-ministro da Defesa) e Walter Braga Netto (ex-ministro da Defesa e da Casa Civil).
O cronograma foi definido um dia após o relator do caso, ministro Alexandre de Moraes, liberar a ação para julgamento, encerrada a fase de alegações finais.
- Líder do governo diz que primeira parcela das rescisões de ex-funcionários do IPSE deve ser paga em 11 de agosto
- Jovens empreendedoras de Santo Antônio de Jesus transformam paixão por doces em negócio aos 14 e 15 anos
- Clínica do Rim é homenageada pela Câmara de Santo Antônio de Jesus e destaca ampliação diante do aumento da demanda
Em nota, o STF informou que o ministro Zanin convocou sessões extraordinárias para os dias 2, 3, 9, 10 e 12 de setembro, a fim de garantir a continuidade do julgamento.
A expectativa é que a análise do caso, considerado um dos mais complexos da história recente da Corte, se estenda até 2025.





