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PGR denuncia mais 152 pessoas suspeitas de participarem de atos de 8 de janeiro em Brasília
A Procuradoria-Geral da República anunciou neste sábado, 4, que denunciou, entre os dias 31 de janeiro e 2 de fevereiro, mais 152 pessoas suspeitas de terem participado dos atos de vandalismo na Praça dos Três Poderes, em Brasília.
Os ministros Ricardo Lewandowski e Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF) analisaram a repercussão dos atos do dia 8 de janeiro, dizendo que o Brasil saiu mais forte e unido do episódio. Na ocasião, manifestantes invadiram e depredaram o Congresso Nacional, o STF e o Palácio do Planalto, causando enorme prejuízo material para o local. Os magistrados participaram da Lide Brazil Conference, evento que reuniu autoridades e empresários em Lisboa e que teve os atos como pauta.
O atual comandante da Polícia Militar do Distrito Federal, Klepter Rosa Gonçalves, foi o responsável por autorizar dias de folga do coronel Jorge Eduardo Naime Barreto, então chefe do Departamento Operacional da corporação, no dia 8 de janeiro —data em que golpistas invadiram e depredaram as sedes do Congresso, do Palácio do Planalto e do STF (Supremo Tribunal Federal).
Em reação à invasão do dia 8 de janeiro, o Senado endureceu as regras de acesso e decidiu que apenas senadores e deputados federais poderão entrar no prédio sem passar por detectores de metal.
Assustado com o crescimento do número de casos da Covid-19 no Brasil, o governo da Argentina vetou a entrada de turistas brasileiros no país até, pelo menos, o dia 8 de janeiro. A medida pode ser prorrogada e atinge também países como Bolívia, Chile, Paraguai e Uruguai.



