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Entrou em vigor nesta quarta-feira (6), à 1h01 (horário de Brasília), a nova sobretaxa de 50% imposta pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, a produtos brasileiros exportados para o mercado norte-americano. A medida afeta diretamente 36% da pauta de exportações do Brasil para os EUA, com impacto significativo em setores como carnes, café, máquinas agrícolas e outros itens estratégicos para a balança comercial.

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As exportações brasileiras para a Argentina cresceram 55,4% no primeiro semestre de 2025, em comparação ao mesmo período do ano passado. Entre janeiro e junho, o Brasil vendeu R$ 9,12 bilhões ao país vizinho, contra os R$ 5,87 bilhões registrados em 2024. Os dados foram divulgados nesta sexta-feira (25) pela Folha de S. Paulo e confirmados pelo Poder360, com base em números do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) e da Abiec (Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carne).

As exportações brasileiras de carne de frango e miudezas registraram forte queda no mês de maio. Segundo dados da balança comercial divulgados nesta quinta-feira (5), houve recuo de 12,9% no valor e 14,4% no volume exportado em comparação ao mesmo período do ano passado.

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Em janeiro, a balança comercial registrou déficit de US$ 176 milhões, pressionada pelos custos internacionais da energia. Esse é o terceiro ano seguido em que as importações superaram as exportações no primeiro mês do ano, tradicionalmente marcado por déficits comerciais.

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Por causa de uma queda mais acentuada nas exportações, a balança comercial brasileira fechou o ano passado com superávit de US$ 46,7 bilhões. Esse é o pior resultado desde 2015, quando o saldo foi de US$ 19,5 bilhões.

Balança comercial traz o saldo de importações e exportações do país (Felipe Dupouy/VEJA)

A balança comercial brasileira registrou superávit de 2,246 bilhões de dólares em setembro, informou o Ministério da Economia nesta terça-feira, 1º, no pior resultado para o mês desde 2014, quando houve déficit de 946,4 milhões de dólares. Com isso, o governo reduziu a previsão de superávit para 41,8 bilhões de dólares, sobre 56,7 bilhões de dólares estimados anteriormente. A justificativa, segundo a pasta, é a desaceleração global.

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