Últimas Notícias sobre Bolsonaro
O presidente Jair Bolsonaro anunciou nesta sexta-feira, 14, que vai demitir o presidente dos Correios, general Juarez Aparecido de Paula Cunha. Em café da manhã com jornalistas, o presidente justificou que Cunha “foi ao Congresso e agiu como sindicalista”. Bolsonaro informou, ainda, que convidou o general Santos Cruz para ocupar a vaga, mas adiantou que … continue
O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) fez duras críticas ao presidente Jair Bolsonaro (PSL) em entrevista gravada na quarta (12) e transmitida na quinta (13) pela emissora TVT. Juca Kfouri, blogueiro do Uol, e o jornalista José Trajano falaram com o petista na Superintendência da Polícia Federal em Curitiba, onde ele está preso desde abril do ano passado.
O presidente Jair Bolsonaro disse, hoje (13), que a inclusão de estados e municípios na reforma da Previdência será uma decisão do Congresso Nacional. “É uma briga mais interna, me inclua fora dessa. Mas parece que é uma tendência do Parlamento tirar estados e municípios”, disse após cerimônia no Palácio do Planalto.
Em decreto publicado nesta terça-feira, 11, o presidente Jair Bolsonaro determinou a exoneração de todos os 11 peritos do Mecanismo Nacional de Combate e Prevenção à Tortura (MNPCT). Os cargos (DAS4, com rendimentos de R$ 10 mil em média) foram remanejados para o Ministério da Economia. As vagas serão preenchidas, segundo o decreto, por voluntários não remunerados.
O Congresso Nacional derrubou quatro vetos presidenciais, três deles do presidente Jair Bolsonaro, na sessão conjunta de deputados e senadores nesta terça-feira, 11. Com a votação dos vetos, o Congresso passou a discutir o projeto que autoriza um crédito suplementar de R$ 248,9 bilhões para impedir que o governo descumpra a regra de ouro.
A primeira reunião entre o ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, e o presidente Jair Bolsonaro após o vazamento que envolveu o ex-juiz da Lava Jato foi classificada como “bastante tranquila”, oportunidade na qual Moro tratou com o chefe do Executivo sobre o vazamento de suposto conteúdo de mensagens trocadas por ele e procuradores da Operação Lava Jato. As informações são de nota divulgada pela assessoria da Pasta comandada por Moro, segundo a qual Bolsonaro “entendeu as questões que envolvem o caso”.
A pressão de congressistas fez governo privilegiar a reforma da Previdência e adiar campanha publicitária para divulgação do pacote anticrime do ministro da Justiça, Sergio Moro. O lançamento da campanha, marcado para a próxima quarta-feira (12), foi adiado para o mês de agosto. Imerso no escândalo do vazamento de áudios pelo The Intercept Brasil, Sérgio Moro, que já entrou em rota de colisão com o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), por causa do pacote anticrime pode ver sua pauta perder força.
O Palácio do Planalto informou hoje (10) que o presidente Jair Bolsonaro não vai comentar o vazamento de supostas conversas entre o ministro Sergio Moro e procuradores da Lava Jato, divulgadas pelo The Intercept Brasil. Uma reportagem publicada pelo site de notícias revelou trechos de mensagens atribuídas a Moro e a membros da força-tarefa da operação que apontariam para uma suposta “colaboração proibida” entre o então juiz federal da 13ª Vara Criminal Federal de Curitiba e os procuradores. Bolsonaro e Moro deverão se reunir amanhã (11), no Palácio do Planalto, para tratar do assunto. “Em relação às notícias referentes ao vazamento de informações sobre a Operação Lava Jato, o presidente da República não se pronunciará a respeito do conteúdo de mensagens e aguardará o retorno do ministro Moro para conversar pessoalmente, em princípio amanhã”, informou o porta-voz da Presidência da República,
Sobrou para o presidente Jair Bolsonaro (PSL) na conturbada fase do atacante Neymar. O chefe de Estado ficou preso no elevador do hospital Home, em Brasília, ao fazer uma visita ao jogador na última quarta-feira (5) após o amistoso vencido pelo Brasil por 2 a 0 contra o Qatar (leia mais aqui). A informação é da coluna Painel, da Folha de S. Paulo.
O presidente Jair Bolsonaro sancionou a lei aprovada pelo Congresso que autoriza a internação involuntária, sem consentimento, de dependentes químicos. O texto foi publicado nesta quinta-feira (5) no Diário Oficial da União. A nova lei estabelece que a internação involuntária dependerá do aval de um médico responsável e terá prazo máximo de 90 dias, considerado o tempo necessário à desintoxicação. A solicitação para que o dependente seja internado poderá ser feita pela família ou pelo responsável legal. Não havendo nenhum dos dois, o pedido pode ser feito por um servidor da área da saúde, assistência social ou de órgãos integrantes do Sistema Nacional Antidrogas, exceto da segurança pública. Proposto pelo deputado Osmar Terra (MDB-RS), atual ministro da Cidadania,
