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O desmatamento no cerrado em novembro chegou a 571,6 km², mais do que o triplo do registrado no mesmo período do ano passado (168,8 km²). O aumento percentual, de 238%, foi o pior para um mês desde o início da série histórica do sistema Deter, do Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais).
Odesmatamento na Amazônia Legal, no período de agosto de 2022 a julho de 2023, alcançou 9.001 quilômetros quadrados (km2), o que representa queda de 22,3% em relação ao ano anterior (2021/2022), informou o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) nesta quinta-feira (9). Os dados são do Projeto de Monitoramento do Desmatamento na Amazônia Legal por Satélite (Prodes), sistema mantido pelo Inpe que faz uma apuração anual da supressão florestal nos nove estados que compõem a Amazônia Legal.
A área com alertas de desmatamento na Amazônia teve uma redução de 70% no mês de agosto, na comparação com o mesmo mês de 2022, segundo dados do Sistema de Detecção de Desmatamentos em Tempo Real (Deter), do Inpe. A informação é da coluna de Lauro Jardim, do jornal O Globo.
O desmatamento na Amazônia caiu em 7,4% de agosto de 2022 a julho deste ano. No mesmo período entre 2021 e 2022, foram 8590 km² enquanto no mais recente foi um total de 7.592km². Os dados divulgados nesta quinta-feira (3) pelo governo federal, foram coletados via satélite do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe).
Durante os cinco primeiros meses do ano de 2023, o desmatamento na Mata Atlântica desacelerou em 42%, segundo levantamento do Sistema de Alerta de Desmatamento (SAD) da Mata Atlântica divulgado nesta quinta-feira (27). A Bahia foi o quarto estado com maior queda no desflorestamento, com 43%.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) disse nesta terça-feira (11/7) que, “se preciso for”, as Forças Armadas atuarão no combate ao desmatamento na Amazônia.
Os alertas de desmatamento na Amazônia caíram 10% em maio, e 31% nos primeiros cinco meses de 2023, isso em comparação com os mesmos períodos do ano anterior.
desmatamento na Amazônia teve queda de 68% em abril de 2023 na relação com o mesmo mês no ano passado. Foram 328 Km2 registrados em abril de 2023, diante de 1.026 Km2 do mesmo período em 2022. O dado de abril deste ano também é menor em relação a 2021 (579 Km2) e em relação a 2020 (407 Km2).
O desmatamento aumentou no Cerrado e caiu na Amazônia Legal, no acumulado de janeiro a abril de 2023, na comparação com o mesmo período do ano passado. Os dados são do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) coletados a partir do Sistema de Detecção do Desmatamento em Tempo Real (Deter), disponível na plataforma TerraBrasilis.
Desmatamento no 1º trimestre bate recorde no cerrado e tem 2º pior índice na Amazônia
O primeiro trimestre do governo Luiz Inácio Lula da Silva (PT) teve números de alertas de desmatamento equiparáveis aos piores índices do governo de Jair Bolsonaro (PL), que desmontou políticas ambientais e enfraqueceu a fiscalização ao longo dos quatro anos de mandato.
