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A diferença de gastos com festas juninas entre cidades da Bahia chama atenção neste ano. De acordo com um balanço, os valores variam de R$ 1 mil a mais de R$ 3 milhões. Os dados são resultado de uma mobilização do Ministério Público do estado (MP-BA) para prestação de contas.

Foto: Assessoria/Prefeitura de Santo Antônio de Jesus

Os gestores públicos terão até 31 de julho para enviar os dados sobre gastos com São João ao Painel de Transparência dos Festejos Juninos. O novo prazo foi definido nesta segunda-feira (19), em reunião de avaliação do painel. Até esta segunda, informou o Tribunal de Contas dos Municípios (TCM/BA), 183 prefeituras prestaram informações relativas à contratação de 2.213 artistas, em 2022 e neste ano, que totalizam o montante de R$ 198 milhões.

Nos últimos seis anos, os tribunais brasileiros gastaram ao menos R$ 3,5 bilhões com a compra de férias de juízes, desembargadores e ministros. É o que mostra levantamento feito pelo Estadão, com base em dados disponíveis do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), de setembro de 2017 a maio de 2023.

BAHIA São João de Santo Estevão Foto: Instagram / @pmse.ascom

Os municípios baianos tem até esta sexta-feira, 26, para enviar ao Ministério Público da Bahia (MP-BA) informações sobre gastos públicos com festas juninas que foram solicitadas pelos órgãos de controle no início do mês. 

Sem divulgar gastos de Lula e Janja, que em Portugal ganhou o apelido “Esbanja”, o Planalto esconde até o hotel em que se hospedaram. O ANA Crowne Plaza, um dos melhores de Hiroshima, se destaca pelo alto luxo, com serviço de massagem, restaurante de cozinha francesa e outros mimos que eles adoram. O hotel preza pela discrição, não divulga o preço da melhor suíte, mas o “quartinho” mais barato custa R$1,5 mil a diária, mais que o salário-mínimo mensal da maioria dos brasileiros.

Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil

O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, disse que o governo discutirá no 2º semestre regras para o crescimento de despesas obrigatórias e vinculações orçamentárias –atreladas a um piso ou a alta da receita. A declaração foi dada em entrevista à Folha de S. Paulo publicada na noite de sexta-feira (7).

Foto: Acervo Voz da Bahia

Atrelados à arrecadação, os gastos mínimos com saúde e educação determinados pela Constituição serão reavaliados, disse nesta quinta-feira (30) o secretário do Tesouro Nacional, Rogério Ceron. Em entrevista para explicar o novo arcabouço fiscal, Ceron destacou que eventuais mudanças ocorreriam por meio de emendas constitucionais e valeriam a partir de 2025.

Em conversa com apoiadores, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) comentou sobre os seus gastos no cartão corporativo. Durante o diálogo, Bolsonaro afirma que “nunca paguei um picolé” com o cartão da presidência. O pronunciamento foi feito na última semana, em Orlando (EUA), onde o ex-mandatário do Brasil está hospedado a 29 dias.

Para atender aliados do governo Jair Bolsonaro (PL), o FNDE (Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação) ignorou critérios técnicos e fez milhares de empenhos fracionados que representam R$ 8,8 bilhões para obras de educação, valor 14 vezes superior ao que estava no orçamento para essa finalidade em 2021.

O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) gastou R$ 27,6 milhões entre 2019 e 2022 no seu cartão corporativo, segundo as planilhas que se tornaram públicas agora.

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