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Foto: Paulo Pinto/Agência Brasil

A Secretaria Municipal de Saúde de Salvador está oferecendo vacinação gratuita contra o HPV para jovens e adolescentes na faixa etária de 15 a 19 anos. A campanha visa aumentar a cobertura vacinal e prevenir doenças relacionadas ao vírus.

Foto: Paulo Pinto/Agência Brasil

Jovens brasileiros entre 15 e 19 anos que não foram vacinados contra o HPV na faixa etária recomendada poderão receber o imunizante até o primeiro semestre de 2026. A medida faz parte da estratégia de resgate vacinal do Ministério da Saúde, que tem como meta alcançar cerca de 7 milhões de pessoas nesse grupo.

Foto: Ilustrativa/Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil

O Ministério da Saúde anunciou a ampliação da campanha de vacinação contra o HPV para adolescentes de 15 a 19 anos, com mobilização estendida até dezembro. A meta é alcançar cerca de 7 milhões de jovens que não receberam a vacina na idade recomendada, entre 9 e 14 anos.

Foto: Otávio Santos/Secom PMS

O Brasil retornou à lista das 20 nações com mais crianças não vacinadas no mundo, de acordo com dados divulgados nesta segunda-feira (14) pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef). O levantamento considera crianças que não receberam a primeira dose da vacina tríplice bacteriana (DTP), que protege contra difteria, tétano e coqueluche.

A partir de maio, o exame Papanicolau começará a ser substituído gradualmente no SUS pelo teste molecular RT-PCR, que detecta o DNA do HPV — principal causador do câncer de colo do útero. A mudança começa por Pernambuco, com previsão de alcançar 435 mil mulheres em um ano, e pode se expandir para outros estados como Minas Gerais. O novo teste tem 97% de sensibilidade, permite maior intervalo entre coletas (de três para cinco anos) e poderá ser adotado em toda a Atenção Primária à Saúde até 2026.

O Sistema Único de Saúde (SUS) começará a substituir gradualmente o exame papanicolau pelo teste molecular de DNA-HPV para o rastreamento do câncer do colo do útero. A nova diretriz, anunciada pelo Instituto Nacional do Câncer (Inca) nesta quarta-feira (26), prevê que, em casos negativos para o vírus, o intervalo entre as coletas será ampliado de três para cinco anos.

Foto: Reprodução/Freepik

O Carnaval é conhecido como um período de diversão, encontros e muitos beijos. Porém, para além da festa, é essencial redobrar os cuidados com a saúde, principalmente no que diz respeito às Infecções Sexualmente Transmissíveis (ISTs).

Foto: Fabio Rodriguez-Pozzebom / Agência Brasil

Mulheres infectadas pelo vírus HPV podem ser beneficiadas pela vacina, independentemente da idade, conforme afirmou Mônica Levi, presidente da Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm), durante a 26ª Jornada Nacional de Imunizações, realizada em Recife. Atualmente, a vacina está disponível no Sistema Único de Saúde (SUS) para crianças e adolescentes entre 9 e 14 anos.

Foto: G1/Karol Vieira/Divulgação

A recomendação é para um público específico: crianças e adolescentes de 9 a 14 anos. Imunossuprimidos e vítimas de violência sexual, que também podem receber a vacina na rede pública, continuarão com o esquema anterior (duas ou três doses).

O SUS oferece a vacina contra o HPV, um vírus associado a mais de 90% dos casos de câncer de colo do útero e fator de risco para desenvolvimento de câncer no ânus, pênis, vulva, vagina e de cabeça e pescoço (uma região conhecida como orofaringe).

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