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Tarifa de 50% dos EUA: o que pode ficar mais caro para o brasileiro após medida de Trump
A decisão do ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de aplicar uma tarifa de 50% sobre produtos brasileiros a partir de 1º de agosto pode ter reflexos diretos e indiretos para o bolso do consumidor brasileiro. Embora o embate pareça restrito ao campo diplomático, os efeitos da medida podem impactar desde os preços no supermercado até a geração de empregos em setores-chave da economia.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou nesta segunda-feira (7) a imposição de novas tarifas de importação contra 13 países, com alíquotas que chegam a até 40%. A medida, segundo o governo, é uma resposta a déficits comerciais e barreiras à entrada de produtos americanos em mercados estrangeiros.
O comércio entre Brasil e Estados Unidos atingiu um patamar inédito no primeiro trimestre de 2025, segundo dados divulgados nesta segunda-feira (14) pela Câmara Americana de Comércio para o Brasil (Amcham Brasil). Entre janeiro e março, o fluxo comercial entre os dois países somou US$ 20 bilhões, o maior valor já registrado para o período desde o início da série histórica.
O Japão ajustará o protocolo, relacionado à gripe aviária, de suspensão de importação de frango e ovos produzidos no Brasil. A restrição será aplicada apenas aos municípios onde houver detecção de focos da doença e não mais ao estado todo.
Com queda de 5,2% nas exportações no primeiro trimestre de 2023, a balança comercial fechou o período no negativo, segundo o estudo da Federação das Indústrias do Estado da Bahia (Fieb) intitulado Relatório de Acompanhamento do Comércio Exterior da Bahia (Raceb).
As exportações baianas somaram US$ 1,1 bilhão em outubro, um avanço de 15% sobre o mesmo mês de 2021. Já as importações registraram US$ 749,4 milhões e tiveram a primeira queda no ano, de 5,3%, sobre outubro do ano passado, conforme divulgou, nesta quinta-feira (10), a Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia (SEI), autarquia vinculada à Secretaria de Planejamento (Seplan).
A Agência Nacional de Petróleo (ANP) informou que vai ampliar o monitoramento sobre as importações de óleo diesel S-10. A agência federal assegura que o abastecimento no momento está regular, mas justificou o Chamado de Sobreaviso no Abastecimento de Combustíveis com a “situação geopolítica mundial atual”. O sobreaviso foi aprovado no último dia 30 e publicado no dia 1º de julho.



