Últimas Notícias sobre matriz africana
Os dados mais recentes do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) revelam mudanças significativas no perfil religioso da população de Salinas da Margarida, no Recôncavo Baiano, entre os anos de 2010 e 2022. A comparação dos censos aponta uma queda no número de católicos e uma expansão de outras religiosidades, especialmente as de matriz … continue
Os novos dados do Censo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) revelam mudanças expressivas no retrato religioso do município de Laje, no Vale do Jiquiriçá, entre 2010 e 2022. O levantamento mostra forte retração católica, estabilidade evangélica, queda dos espíritas e um salto das religiões de matriz africana e do grupo “outras religiosidades”.
O domingo foi cheio de atividades culturais em vários pontos da cidade , com aquela mistura de ritmos e cores que fazem de SAJ uma cidade que reconhece cada vez mais a sua identidade enquanto Recôncavo, com toda a força e pluralidade da sua cultura.
No dia 2 de julho, baianos, como um todo, comemoram a Independência da Bahia. Mas quem também ganha festa, através da religiões de matriz africana, são os caboclos, figuras que se tornaram verdadeiros heróis e heróinas, símbolos de resistência.
Aproximar as comunidades de terreiro do Poder Público e discutir ações de proteção dos espaços e monumentos de matriz africana. Este é um dos principais objetivos do projeto ‘MP e Terreiros em diálogos construtivos’, que teve mais uma edição na última sexta-feira, dia 27, no Terreiro da Casa Branca, no Engenho Velho da Federação. “Esse projeto conquistou o ‘Prêmio Innovare 2022’, entre mais de 100 práticas inscritas na categoria ‘Ministério Público’.
Secretária de Conceição do Jacuípe chama de “pais de chiqueiro” religiosos de matriz africana
Uma declaração feita pela secretária de Educação da cidade de Conceição de Jacuípe, no Recôncavo Baiano, durante uma reunião escolar, revoltou religiosos de matriz africana. De acordo com o babalorixá Pai Cláudio de Oxalá, a chefe da pasta municipal, Marlene Oliveira, se referiu aos líderes da comunidade como “pais de chiqueiro”.
A Procuradoria Regional Eleitoral na Bahia (PRE-BA) e o Ministério Público da Bahia (MP-BA) recomendaram que pré-candidatos e candidatos às eleições de 2020 não divulguem mensagens que propaguem intolerância religiosa, incitação ao ódio e preconceito contra qualquer religião, em especial, as de matriz africana.
