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Putin e Trump sinalizam reaproximação entre Rússia e EUA, mas deixam encontro no Alasca sem acordo sobre Ucrânia
Os presidentes dos Estados Unidos, Donald Trump, e da Rússia, Vladimir Putin, se reuniram nesta sexta-feira (15) em uma base militar no Alasca, no primeiro encontro presencial entre os dois líderes desde 2018. Apesar de quase três horas de conversas, não foi firmado acordo de cessar-fogo para a guerra na Ucrânia, iniciada em 2022.
A Rússia respondeu nesta quinta-feira, 13, às promessas da Otan de apoiar a Ucrânia com ataques aéreos pela terceira noite consecutiva, enquanto o presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, visita a Finlândia, novo país membro da Organização do Tratado do Atlântico Norte.
O presidente da Rússia, Vladimir Putin, acusou os países membros da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) de participação no conflito na Ucrânia por meio do fornecimento de armas a Kiev. “Estão enviando dezenas de bilhões de dólares em armas à Ucrânia.
A Otan, aliança militar liderada pelos Estados Unidos, iniciou nesta segunda (17) seu exercício anual de simulação de ataques nucleares na Europa. A Rússia deverá começar sua versão da manobra antes do fim da ação ocidental.
Portugal faz parte da Otan (Organização do Tratado do Atlântico Norte), aliança militar de 30 países. O Brasil é aliado dos Estados Unidos no Tiar (Tratado Interamericano de Assistência Recíproca), criado após a 2ª Guerra para barrar a influência soviética especificamente na América Latina.
Neste sábado (14) o presidente russo, Vladimir Putin, disse ao presidente finlandês Sauli Niinisto, que acabar com a neutralidade e aderir à Otan seria um erro que poderia prejudicar as relações entre os dois países.
O secretário-geral da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) disse acreditar que a guerra na Ucrânia pode durar meses ou até anos. Para Jens Stoltenberg, não há sinais de que a Rússia tenha desistido do objetivo de controlar o território ucraniano.
Fim da guerra? Rússia diz que acordo de neutralidade está próximo: Ucrânia desistiria da Otan, mas manteria Forças Armadas
Detalhes importantes das condições de um possível acordo de paz que encerre a guerra entre Rússia e Ucrânia vieram a público nesta quarta-feira, quando autoridades russas indicaram estar dispostas a aceitar que a Ucrânia mantenha as próprias Forças Armadas para a autodefesa, contanto que o país se comprometa a desistir da aspiração de se juntar à Organização do Tratado do Atlântico Norte.
O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, afirmou que a Ucrânia não se tornará um pais-membo da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan). Esta foi a admissão mais explícita do presidente ucraniano de que cederá à principal exigência de Moscou:
No sexto dia de guerra na Ucrânia, o primeiro-ministro do Reino Unido, Boris Johnson, discursou sobre um tópico sensível à Rússia: a posição da Otan (Organização do Tratado do Atlântico Norte) no conflito.
