Últimas Notícias sobre professores
A assembleia dos professores da Universidade do Estado da Bahia (Uneb) aprovou, na manhã desta terça-feira (4), a continuidade da greve e uma nova contraproposta a ser entregue ao governo. A expectativa dos grevistas é que ainda nesta tarde o governo receba as representações sindicais para uma reunião. Durante a assembleia, os docentes ressaltaram que, apesar dos salários cortados, “o movimento resiste e segue forte”. Eles afirmaram, ainda, que a nova contraproposta demonstra a disposição da categoria em avançar na negociação. O novo documento estabelece o que é requerido ao governo ainda no período de greve e o que poderá ser levado à Mesa Permanente de Negociação, instalada 24 horas após o final da paralisação.
O governador da Bahia, Rui Costa (PT), voltou a falar, na manhã desta segunda-feira (3), sobre a greve dos professores universitários. Em entrevista ao Bahia Notícias, o petista afirmou que não tem como atendar os pleitos da categoria, que está em greve desde o dia 9 de abril.
O governador Rui Costa (PT) afirmou nesta segunda-feira (13) que os professores baianos estão entre os que recebem os melhores salários do país, ao comentar a greve nas universidades estaduais. “Para nosso orgulho, estamos entre os maiores salários do Brasil, tanto para rede básica como superior”, declarou o chefe do Executivo baiano, em entrevista à Rádio Metrópole.
Segundo o petista, o salário médio dos professores universitários das instituições baianas é de R$ 14 mil. “O meu [salário] também não teve [reajuste]. Mas são bons salários, comparado com a maioria do povo”, comparou.
Professores ocuparam a reitoria da Universidade Estadual de Feira de Santana (Uefs) nesta quinta-feira (16). O protesto ocorreu devido a não nomeação do reitor e vice-reitora eleita, informou a Associação dos Docentes da universidade (Adufs). A instituição segue sem reitor até que se nomeie um novo. Segundo o G1, a votação ocorreu em abril passado e sufragou em primeiro lugar com 3.395 votos [dos 5.437 válidos] a Chapa Mais Uefs (Evandro do Nascimento e Amali Mussi).
Manifestação contra reforma da previdência e cortes em verba de universidades interdita Centro de SAJ; veja fotos!
Na manhã desta quinta-feira (15), trabalhadores em educação, estudantes e diversos sindicatos da especialidade realizaram uma manifestação no Centro de Santo Antônio de Jesus aderindo à Greve Nacional da Educação com o objetivo de ir contra a reforma da previdência e os diversos cortes na verba de universidades realizados pelo Governo Federal.
Nesta quarta-feira (15), os trabalhadores em educação de Santo Antônio de Jesus irão aderir à Greve Nacional da Educação contra a proposta da reforma da previdência e os cortes nas universidades realizados pelo Governo Federal.
Pelo segundo ano consecutivo, os professores da rede privada de São Paulo recorreram à Justiça para negociar os direitos trabalhistas da categoria. O sindicato das escolas quer alterar cláusulas da convenção coletiva que garantem 30 dias de recesso, tempo para direito à semestralidade e estabilidade na pré-aposentadoria. Sem acordo, os docentes entraram com uma ação de dissídio coletivo no Tribunal Regional do Trabalho (TRT).
Em greve há quase um mês, os professores da Universidade Estadual da Bahia (Uneb) conseguiram na Justiça uma liminar que impede que o governo do estado faça corte nos pontos de quem está participando do movimento. A liminar foi concedida na segunda-feira (6), pelo desembargador Jatahy Júnior. A decisão também obriga a administração estadual a realizar, em prazo máximo de 72h, o pagamento dos salários referentes ao mês de abril, em valores corrigidos e atualizados.
Professores e funcionários da rede municipal de Irajuba, no Vale do Jiquiriçá, decidiram pelo fim da greve na tarde desta sexta-feira (3). Segundo o Blog do Marcos Frahm, a paralisação durou 18 dias. Os grevistas encerraram a greve após acordo com a prefeitura que ficou de pagar os salários de março com previsão de quitar também os vencimentos de abril.
O legislativo da Flórida aprovou nesta quarta-feira (1º) uma lei que permite aos professores carregarem uma arma de fogo em sala de aula, desde que passem por um treinamento nos moldes da polícia e por uma avaliação psiquiátrica.



