Últimas Notícias sobre trauma

Foto: Reprodução

“Às vezes ele marcava de vir me ver e não vinha…”. É o que diz Ana Clara, de 14 anos, que nunca teve contato muito próximo com o pai. “Quando eu nasci, ele e a minha mãe não estavam mais juntos”, conta. A adolescente compartilha dessa realidade com muitos brasileiros que não convivem ou sequer possuem o nome do pai no registro.

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Lesões nas córneas e perda de visão podem aumentar no período junino. Isso porque, com os festejos e costumes do período, a população fica mais exposta à fumaça, faíscas de fogueira e de fogos de artifício – elementos que podem comprometer a saúde ocular. Por isso, o médico oftalmologista do DayHORC, Marcos Vale, alerta a população sobre cuidados preventivos, como evitar locais com muita poluição e ter cautela ao manusear produtos explosivos. De acordo com o médico, um dos problemas mais frequentes é o contato dos olhos com fragmentos provenientes da queima de fogueiras e da exposição à fumaça, que provocam sensação de areia e lacrimejamento.

Noa Pothoven, em imagem publicada em rede social — Foto: Instagram

“(Sobre)viver. No meu livro, você vai ler como eu faço. Ou, pelo menos, como eu tento.” Assim resumiu a holandesa Noa Pothoven em sua autobiografia intitulada Winnen of leren (“Ganhar ou aprender”, em tradução livre), em que narra anos de sofrimento após ter sido vítima de abuso sexual e estupro na infância.

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