Um grupo de hackers atacou, nesta terça-feira (3), os sistemas do Supremo Tribunal Federal (STF), da Polícia Federal, da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) e do escritório de advocacia Barci de Moraes, que pertence à família do ministro Alexandre de Moraes.
A partir desta terça-feira, os usuários do Facebook e do Instagram no Brasil começarão a receber notificações sobre o uso de seus dados pessoais para o treinamento de inteligência artificial pela Meta. Essa ação ocorre após a Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD) suspender a concessão que impede a empresa de utilizar essas informações.
Nos primeiros sete meses de 2024, de janeiro a julho, 25 milhões de pessoas começaram a fazer apostas esportivas online no Brasil, uma média de 3,5 milhões por mês. Esse crescimento foi mais rápido do que a disseminação do coronavírus, que levou 11 meses para infectar a mesma quantidade de pessoas no país, de fevereiro de 2020 a janeiro de 2021.
O justiça suspendeu a liminar que proibia o WhatsApp de compartilhar dados de usuários brasileiros com outras empresas da Meta para finalidades próprias das companhias, como anúncios.
Os ministros da Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) confirmaram nesta segunda-feira, 2, a decisão do ministro Alexandre de Moraes, que havia ordenado a suspensão imediata do funcionamento da rede social X no Brasil.
A rede social X lançou neste sábado (31) uma nova conta chamada “Alexandre Files” para compartilhar decisões sigilosas do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). O objetivo da conta é expor ações do ministro relacionadas ao bloqueio de conteúdos e perfis na plataforma.
O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, decidiu que a rede social X (antigo Twitter) deve ser suspensa no Brasil nesta sexta-feira (30). Essa decisão foi tomada porque Elon Musk, dono do X, não indicou um representante legal no Brasil, como foi pedido.
A rede social X foi bloqueada no Brasil a partir deste sábado por ordem do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes, porque a plataforma não indicou um representante legal no país, como exigido pelo Tribunal.
Mais de 1 mil comunidades indígenas, quilombolas, extrativistas e ribeirinhas da Amazônia agora têm acesso à internet. Esse resultado foi alcançado em agosto, graças ao projeto chamado Conexão dos Povos da Floresta, que quer levar inclusão, segurança e mais poder digital para essas comunidades.
A empresa Starlink anunciou que não cumprirá a determinação do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), para suspender o acesso à plataforma X (ex-Twitter) no Brasil. Segundo o presidente da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), Carlos Baigorri, a Starlink informou que o bloqueio não será implementado até que sejam liberados recursos financeiros bloqueados pela Justiça relacionados à empresa.







