O ex-ajudante de ordens de Jair Bolsonaro, tenente-coronel Mauro Cid, não era o único militar na mira de Lula e que teve influência na demissão do comandante do Exército, no sábado (20). O presidente também estava incomodado com a resistência do general Júlio César de Arruda em demitir o coronel Paulo Fernandes da Hora, do Batalhão da Guarda Presidencial, que tentou impedir a prisão de golpistas em 8 de janeiro.
As informações são do Metrópoles. Em um vídeo que circulou nas redes sociais, é possível ver que o coronel agiu para proteger os radicais bolsonaristas.
Após os atos golpistas, Lula pediu que Arruda demitisse Fernandes da Hora, mas não teve sucesso. Cabe ao Exército nomear os integrantes do Batalhão da Guarda Presidencial. A resistência de Arruda acabou irritando o presidente.
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Lula também pediu ao ex-comandante, que reavaliasse a nomeação do tenente-coronel Mauro Cid para chefiar o 1º Batalhão de Ações de Comando (1º BAC), em Goiânia.
Após a troca no comando do Exército, a nomeação de Cid foi suspensa e Fernandes da Hora foi removido do Batalhão da Guarda Presidencial. (BN)





