De acordo com a Revista Piauí, Taís Araújo e Ivete Sangalo rejeitaram propostas milionárias para promover plataformas de apostas online, conhecidas como “bets”. Apesar do assédio insistente por parte das empresas, as duas artistas, que participaram juntas do programa The Masked Singer na Globo, optaram por não se associar ao segmento.
Por outro lado, a reportagem revelou casos de influenciadores digitais que fecharam contratos milionários com essas plataformas, frequentemente ligados a práticas questionáveis. Um dos exemplos citados é o de Virgínia Fonseca, que teria recebido R$ 50 milhões de adiantamento para divulgar a Esportes da Sorte, além de ganhar 30% de todas as perdas de seus seguidores que acessavam a plataforma por seu link — prática apelidada como “cachê da desgraça alheia”.
A publicação também destacou que a influenciadora fechou outros contratos milionários, como um acordo de R$ 29 milhões por ano com a Blaze, outra empresa investigada em operações como a Integration, que apura irregularidades no setor de apostas.
Outras personalidades mencionadas na matéria incluem:
• Gkay, que ganhava R$ 1,4 milhão mensais com a Esportes da Sorte;
• Carlinhos Maia, que fatura R$ 40 milhões por ano com a Blaze;
• Cauã Reymond, que recebeu R$ 22 milhões da Bateu Bet;
• David Brazil, com um contrato de R$ 200 mil mensais com a Pixbet.
O setor de apostas online, que tem movimentado bilhões no Brasil, vem enfrentando escrutínio crescente, com investigações que miram possíveis práticas abusivas e falta de regulamentação adequada.





