A 3ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro negou na madrugada deste sábado (20), o pedido de prisão domiciliar feito pela defesa do ex-assessor do senador Flávio Bolsonaro.
A íntegra da decisão tomada pela desembargadora Suimei Cavaleiri não está disponível em razão da decretação do segredo de justiça do caso.
O advogado Paulo Emílio Catta Preta, que representa Queiroz, alegou que o cliente precisava da prisão domiciliar devido ao tratamento contra um câncer no intestino, que o ex-assessor de Flávio Bolsonaro vem fazendo, além de um outro procedimento médico, uma cirurgia de próstata feita há dois meses.
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O representante pontuou também que Queiroz faz parte do grupo de risco do novo coronavírus.
O mérito do habeas corpus que pede a prisão domiciliar ainda será julgado pelo colegiado. Enquanto isso, o ex-assessor permanece preso no Complexo de Gericinó, em Bangu, no Rio de Janeiro. (Bahia Notícias)





