O Spotify, líder mundial das plataformas de áudio, anunciou nesta segunda-feira (23) que cortará 6% de sua força de trabalho, ou seja, cerca de 600 empregos, após onda de demissões entre os gigantes da tecnologia.
Este é o maior corte de pessoal da história da empresa sueca, fundada em Estocolmo, em 2006. A plataforma tem hoje mais de 500 milhões de assinantes.
“Olhando em retrospecto, tenho sido muito ambicioso investindo mais rápido do que o crescimento do nosso volume de negócios”, disse o CEO e cofundador da empresa sueca, Daniel Ek, em mensagem online aos funcionários. “Por isso, reduzimos nosso quadro de funcionários em cerca de 6% em todo o grupo”, explica o diretor, listado na Bolsa de Valores de Nova York.
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ALTA NA BOLSA
O Spotify é cotado na Bolsa de Valores de Nova York e, em sua abertura na segunda-feira, as ações subiram 4,6%, para US$ 97,91. “Nas próximas horas, serão realizadas entrevistas individuais com os funcionários afetados”, acrescentou Ek.
Embora o Spotify tenha sido ocasionalmente lucrativo, a empresa vem registrando prejuízos há vários anos, apesar do crescimento vertiginoso de seu número de assinantes e da vantagem que ganha sobre seus concorrentes, como a Apple Music. A empresa vai publicar seus resultados anuais em 31 de janeiro. (Diáriodonordeste)


