Audiência de instrução de Iuri Sheik acusado de matar empresário em SAJ é marcada para fevereiro

Divulgação/SSP-BA

A audiência de instrução de Iuri Santos Abraão, conhecido como Iuri Sheik, acusado de matar o empresário William de Oliveira, está marcada para o dia 17 de fevereiro. A audiência será realizada por videoconferência em virtude da pandemia do novo coronavírus.

Iuri está em liberdade desde setembro de 2020, quando a Justiça concedeu ao suspeito habeas corpus pedido pela defesa. Ele aguarda o julgamento do caso.

Ele é acusado de matar o empresário Willian Oliveira, mais conhecido como Will, durante os festejos de São João em Santo Antônio de Jesus, no recôncavo baiano, em 2019.

Recentemente, Sheik se envolveu em uma polêmica com a mãe de seu filho. A influenciadora Bruna Luma expôs ameaças que vem sofrendo dele a respeito de ter fotos e vídeos íntimos divulgados.

Os advogados da influencer revelaram que iriam pedir a prisão de Sheik. De acordo com Otto Lopes, que faz a defesa de Bruna, a conduta de Iuri demonstra que ele “é um alto risco à garantia da ordem pública”.

“Ele brinca com o Judiciário, brinca com a Justiça, demonstrando que não tem medo e não respeita ninguém […] Nós vamos levar Bruna pra registrar o boletim de ocorrência na Delegacia da Mulher e vamos representar pela prisão dele, diante dos crimes que ele cometeu, inclusive crimes contra honra, crimes de ameaça e crimes, inclusive, de expor conteúdo sexual sem autorização de gravação e sem autorização de divulgação contra Bruna”, afirmou o representante em entrevista à Record TV Itapoan, na última segunda-feira (17).

A defesa de Nélia Santos, mãe de Will, também entrou com um pedido de prisão do acusado no Superior Tribunal de Justiça usando essa polêmica envolvendo Sheik e a influenciadora. No documento, o advogado Gabriel Bonfim afirma que Bruna teria revelado que tem áudios em que ele confessa o crime.

“[…] o que se requer é justiça. A liberdade do paciente é a chancela par novos crimes. O perfil violento, intimidador é um perigo a instrução criminal sendo necessária a sua manutenção segregada para a lisura do procedimento em que se visa a análise da culpa quanto ao crime cometido contra o mais importante bem juridicamente protegido, a vida de uma vítima de homicídio qualificado”, afirma o documento. (BNews)