Últimas Notícias sobre blog
Antropólogo e professor da Universidade de São Paulo (USP), Kabengele Munanga é Originário do Congo, professor e desenvolve pesquisas sobre populações afro-brasileiras na USP desde a década de 1970. Ele foi um dos homenageados na Faculdade de Direito da USP, durante a abertura de dois dias de seminário sobre discriminação racial. Ao comparar as discriminações contra negros e indígenas no Brasil, Munanga afirmou que uma das peculiaridades desses processo no país é “o silêncio, o não dito, que confunde todos os brasileiros e brasileiras vítimas e não vítimas.” Para Munanga, o “racismo à brasileira mata duas vezes”.
No fim da tarde em Nova York, o dólar caía para 109,31 ienes, enquanto o euro avançava para US$ 1,1237. Entre as moedas de países emergentes, o dólar subia para 45,1370 pesos argentinos, enquanto avançava para 6,9084 yuans negociados em Hong Kong (offshore). Após o anúncio do Ministério do Comércio da China, nesta manhã, de … continue
Dois irmãos de 21 e 17 anos foram baleados na noite desse domingo (12), por volta das 18h, na BA-467, entre o distrito de Palmerinha e o município de Aiquara. Segundo testemunhas, dois homens utilizando uma arma longa e outra curta atiraram na dupla que seguia para Aiquara num carro. Um dos tiros atingiu a mão da jovem Viviane Reis de Jesus, 21, e outro tiro atingiu a cabeça de seu irmão, de 17 anos, forçando a parada do veículo.
Cem dias após a definição da atual legislatura, a Polícia Legislativa do Senado ainda não concluiu o inquérito que investiga suspeita de fraude na eleição que tornou o senador Davi Alcolumbre (DEM-AP) presidente da Casa, em 2 de fevereiro. À época, a primeira tentativa de votação do dia foi anulada depois que, na urna, apareceram 82 votos, sendo que há somente 81 senadores na Casa. Responsável pela investigação, o corregedor do Senado, senador Roberto Rocha (PSDB-MA) afirmou nesta segunda-feira (13) à Agência Brasil que na semana que vem, quando o presidente da Casa estará de volta a Brasília de uma agenda em Nova Yorque, o caso deve ter um desfecho.
Foto: Glauber Guerra / Bahia Notícias
O Tribunal de Justiça do Rio do Janeiro autorizou nesta segunda-feira (13) a quebra de sigilo do senador Flávio Bolsonaro (PSL), filho do presidente da República, e de seu ex-assessor, o ex-militar Fabrício Queiroz. De acordo com O Antagonista, o pedido foi feito pelo Ministério Público do Rio, autorizado em 24 de abril de 2019 e mantido em sigilo até este momento.Além do afastamento de sigilo de Flávio e Queiroz, também terão suas informações bancárias averiguadas a mulher do senador, Fernanda Bolsonaro; a empresa de ambos, Bolsotini Chocolates e Café Ltda.; as duas filhas de Queiroz, Nathália e Evelyn; e a mulher do ex-assessor, Márcia.
O prefeito da cidade de Santa Bárbara, no Portal do Sertão, Jailson Costa (PT) disse ter sido “surpreendido” pela Justiça Federal. Costa foi condenado, junto com o empresário José Milton dos Santos, por supostos desvios na construção de uma creche, iniciada em outra gestão do prefeito, em 2012 (ver aqui). Em resposta, o gestor declarou que o montante gasto na obra é correspondente ao valor repassado à empresa e que vai recorrer da decisão da juíza Adriana Hora Soutinho de Paiva.
Reviravolta! Após acusar marido de agressão, imagens mostram ex-Paquita cortando seu próprio corpo
O programa ‘Fofocalizando’, do SBT, exibiu nesta segunda-feira (13) imagens do circuito interno de segurança de um condomínio de casas no Recreio dos Bandeirantes, Rio de Janeiro, em que a ex-paquita Ana Paula Almeida, conhecida como ‘Pituxita’, de 42 anos, aparece se automutilando com um objeto cortante. Ela havia denunciado o marido, José Roberto Barbosa, por agressão no dia 16 de abril.
O ministro da Justiça, Sergio Moro, afirmou nesta segunda-feira (13), durante palestra no Congresso Nacional de Macrocriminalidade e Combate à Corrupção, em Curitiba (PR), que não estabeleceu condições para ocupar o cargo no governo de Jair Bolsonaro (PSL). “Não vou receber um convite para ser ministro estabelecendo condição sobre circunstâncias do futuro que não se pode controlar”, disse.
A ministra da Mulher, Família e Direitos Humanos, Damares Alves, afirmou que a castração química para estupradores não resolve o problema de abusos sexuais praticados contra crianças e adolescentes. O método, no entanto, é defendido pelo presidente Jair Bolsonaro (PSL), autor de um projeto de lei sobre o tema à época em que era deputado federal.

