Comandado por Tia Eron, PRB não destinou verba mínima para mulheres em 2018

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Foto: Reprodução / Pablo Valadares / Agência Câmara

O PRB da Bahia terá que devolver o montante de R$ 317 mil ao Tesouro Nacional após o Tribunal Regional Eleitoral (TRE-BA) entender que o partido, presidido até novembro de 2018 pela ex-deputada federal Eronildes Vasconcelos, usou de forma irregular o fundo eleitoral para campanhas. 

Entre as irregularidades apontadas pela Assessoria de Exame de Contas Eleitorais e Partidárias (Ascep) está o não direcionamento de valor mínimo do Fundo Partidário às candidaturas femininas do PRB. Após perder a eleição, Tia Eron, presidente da legenda até então, comandou a secretaria de Políticas para Mulheres no Ministério da Família, Mulher e Direitos Humanos do governo de Jair Bolsonaro. 

Na decisão do TRE-BA, o partido também é citado por descumprimento do prazo para entrega de relatórios financeiros de campanha em relação a doações efetuadas pela Direção Nacional.

A Procuradoria Regional Eleitoral manifestou-se pela desaprovação das contas e salientou que o PRB não esclareceu e sanou “vícios” sobre a aplicação de recursos no financiamento de campanhas de suas candidatas. A decisão foi do relator José Edivaldo Rocha Rotondano. (Bahia Notícias)

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