Apesar de não ter uma confirmação oficial da Polícia Militar, o tenente coronel Agnaldo Ceita, responsável pelo inquérito que investigou as causas do surto e morte do PM Wesley Soares Góes, de 38 anos, morto em março deste ano, revelou nesta quinta-feira (21), durante coletiva com a imprensa, rumores de terceiros que um possível envolvimento político teria influenciado no surto do soldado.