A Embaixada dos Estados Unidos no Brasil voltou a direcionar críticas ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, nesta quinta-feira (7), e fez um alerta direto aos seus aliados. A publicação no X (antigo Twitter) reforçou uma postagem anterior do subsecretário de Diplomacia Pública dos EUA, Darren Beattie.
Beattie havia afirmado:
“O ministro Moraes é o principal arquiteto da censura e perseguição contra Bolsonaro e seus apoiadores. Suas flagrantes violações de direitos humanos resultaram em sanções pela Lei Magnitsky, determinadas pelo presidente Trump.”
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Em seguida, a conta oficial da Embaixada dos EUA republicou o post e completou:
“Os aliados de Moraes no Judiciário e em outras esferas estão avisados para não apoiar nem facilitar a conduta de Moraes. Estamos monitorando a situação de perto.”
Sanções pela Lei Magnitsky
Na quarta-feira (30), o governo do ex-presidente Donald Trump aplicou sanções contra Alexandre de Moraes com base na Lei Magnitsky, que permite punições a estrangeiros acusados de violar direitos humanos ou se envolver em corrupção.
Com a medida, eventuais bens de Moraes nos Estados Unidos foram bloqueados. Além disso, o ministro não pode realizar transações com cidadãos ou empresas norte-americanas, o que inclui o uso de cartões de crédito e relações com instituições financeiras vinculadas ao país.
STF reage com nota de apoio
O Supremo Tribunal Federal, por sua vez, já havia emitido anteriormente uma nota em defesa do ministro, destacando que todas as decisões de Moraes em processos contra o ex-presidente Jair Bolsonaro foram validadas pelo colegiado da Corte.





