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Cientistas norte-americanos trabalham para desenvolver a vacina que poderá barrar o coronavírus que, até o momento, já infectou quase 8 mil pessoas em vários países e matou quase duas centenas de pessoas. Se tudo correr bem, dentro de poucos meses a vacina poderá começar a ser testada.
A província chinesa de Hubei, epicentro da epidemia do coronavírus 2019 n-CoV, registrou 42 novas mortes e mais 1.220 casos confirmados. Com esses registros, pelo menos 212 pessoas morreram devido à doença na China, com mais de 9 mil infecções.
O YouTuber canadense Jason Ethier, de 29 anos, dono do canal “ImJayStation”, com mais de 5 milhões de seguidores, confessou em um vídeo publicado na última segunda-feira, 27, que inventou a morte da própria namorada, a jovem Alexia Marano, para ganhar mais visibilidade no YouTube.
O número de mortes devido ao novo coronavírus na China é de 170, com 7.736 casos confirmados, conforme balanço divulgado pela agência chinesa CGTN nesta quarta-feira (29). A maioria das vítimas está na província de Hubei, onde fica a cidade de Wuhan, epicentro do surto.
A Organização Mundial da Saúde (OMS) declarou nesta quinta-feira (30) que os casos do novo coronavírus 2019 n-CoV são uma emergência de saúde pública de interesse internacional. São milhares de infecções na China e em 18 países. Com isso, uma ação coordenada de combate à doença deverá ser traçada entre diferentes autoridades e governos.
O biólogo Kevin Kumala (foto acima) criou uma sacola feita de mandioca e caso seja jogada no mar, ela pode servir de alimento para peixes.
Quase sete mil pessoas, entre elas seis mil passageiros, estão em um navio cruzeiro na Itália impedidos de deixar a embarcações por casos suspeitos de coronavírus entre as pessoas que estão a bordo.
A influencer brasileira, Ana Bruna Avila, foi atacada por um tubarão enquanto tentava fazer uma foto em Exuma, nas Bahamas, nesta quarta-feira (29).
Uma cristã que foi alvo do ódio comunista na Coreia do Norte teve sua história de fidelidade ao Evangelho relatada por uma organização de apoio à Igreja Perseguida, que detalhou os horrores da dinastia Kim contra os seguidores de Jesus Cristo.
O Governo indiano aprovou hoje uma flexibilização das regras para interrupção voluntária da gravidez, permitindo que estas sejam feitas até às 24 semanas. A lei indiana atual não permite abortos após um período de 20 semanas, exceto em caso de perigo para a vida da mãe.











