Últimas Notícias sobre OPINIÃO
Morador do Zilda Arns em S. A. de Jesus denuncia problemas nos refletores da quadra: “estamos sofrendo riscos de descargas elétricas no local”
Na manhã desta terça-feira (11), um internauta de apelido Buiu, morador do conjunto habitacional Zilda Arns, bairro do Cajueiro, entrou em contato com equipe de reportagem para denunciar a situação das praças e quadras,
Lucas saiu do “BBB 21”. E a pressão psicológica à qual o brother se submeteu venceu. A intolerância, as ofensas e o isolamento. E a grande derrotada é a Globo e não falamos de audiência. A emissora não soube lidar com a situação de Lucas. Pressionada pelos patrocinadores, o canal não sabia o que fazer com o que estava acontecendo e foi deixando acontecer.
Existe um livro mais vermelho do que o Manifesto Comunista, e bem mais eficaz também, já que é o maior best seller global e está nos lares de muitos daqueles que fogem de Karl Marx como o Diabo da cruz. Chama-se Bíblia. Herética para a maioria do segmento cristão, essa tese encontra guarida com o pastor de tradição batista José Barbosa Junior, 49, o Zé. Ele agora difunde essa visão no curso “Cristo e o Socialismo – Uma União pra Lá de Possível”, em que cobra R$ 60 por oito aulas online para explicar como as Escrituras esculhambam o capitalismo.
O Voz da Bahia questiona a você leitor do site sobre o ano de 2021, qual a sua expectativa? O seu maior desejo?
Consumir pornografia pode até parecer um gesto inofensivo, só para entretenimento e prazer. Mas o consumidor desses conteúdos acaba contribuindo com uma indústria bilionária, que lucra com a exploração do papel da mulher e transmite a ideia de que aquilo é sexo. Ouvimos especialistas para entender como todos são afetados pelo pornô, vendou ou não esses conteúdos, e os reflexos desse hábito na sociedade, como a violência contra as mulheres.
“Mostra a persistência da violência escravocrata no Brasil”, diz Dilma sobre assassinato de homem negro
A ex-presidenta Dilma Rousseff usou as redes sociais para condenar o assassinato de João Alberto Silveira Freitas, homem negro de 40 anos, espancado até a morte por seguranças nas dependências de uma unidade do Carrefour, em Porto Alegre. Nas postagens, ela diz que o homicídio “é revoltante e mostra a persistência da violência escravocrata no Brasil”.
O TSE decidiu na semana passada impor regras mais equânimes na distribuição de recursos de campanha para candidaturas pretas e pardas. A ausência de negros na política brasileira é um fato perceptível e isso reflete em grande medida o acesso a recursos de campanha como dinheiro e tempo de televisão. Mas para além do resultado dessa deliberação, fica a questão: por que o Brasil precisa de mais negros e negras na política?
O Dia Nacional da Saúde, comemorado em 5 de agosto, foi escolhido em homenagem ao médico e cientista Oswaldo Gonçalves Cruz, por sua grande preocupação com a saúde pública, educação sanitária e, principalmente, no combate às doenças transmissíveis.
O coronavírus restaurou um senso de igualdade entre as pessoas ao salientar o que temos em comum: a fragilidade humana. De um ponto de vista abstrato, faz sentido. Materialmente, no entanto, o que se observa é que a covid-19 vem exacerbando desigualdades. Enquanto as vítimas de áreas abastadas surgem aos poucos e dispersas, por negligência à quarentena, nas periferias o povo se vê em uma guerra em que dois soldados de uma mesma equipe podem acabar morrendo dentro de um mesmo quarto.
Uma das reflexões que mais tem estado na minha mente nos últimos tempos é por que os brasileiros, principalmente no dia a dia corporativo, por vezes ainda defendem que a ausência de negros nas grandes empresas é ocasionada por motivo de renda, e não pelo racismo estrutural?











