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A versão apresentada pela Polícia Civil da Bahia, em agosto deste ano, sobre as circunstâncias da morte da adolescente Hyara Flor, de 14 anos, está sendo contestada por parentes da vítima, que contrataram um perito particular para rever a investigação. O parecer emitido por um perito contratado pela família alega que uma pistola calibre .380 não pode ter sido disparada por uma criança de 9 anos, como o inquérito da PC havia concluído.