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Após mal-estar provocado pela viagem a Israel, o presidente Jair Bolsonaro afirmou que deve visitar países árabes no início do segundo semestre deste ano. Em coletiva de imprensa, ele também afirmou que quer ampliar os negócios com a comunidade árabe e que “não quer problema” com a Palestina.
O presidente Jair Bolsonaro fez uma espécie de desabafo e um ‘mea culpa’ diante das dificuldades que o cargo impõe. “Desculpem as caneladas. Não nasci para ser presidente, nasci para ser militar”, disse em discurso no Palácio do Planalto para inauguração do Espaço de Atendimento de Ouvidoria da Presidência da República. Na quinta, o presidente também se desculpou pelas “caneladas” em reunião com presidentes de alguns partidos, segundo o ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni.
O ex-ministro de Saúde do Hamas e presidente do Conselho de Relações Internacionais do grupo radical palestino, Basem Naim, rebateu nesta sexta-feira, 5, as declarações do senador Flávio Bolsonaro (PSL) sobre o grupo, que nesta semana divulgou nota condenando a visita do pai dele, o presidente Jair Bolsonaro, a Israel.
O possível fim do horário de verão, anunciado nesta sexta-feira pelo presidente Jair Bolsonaro, dividiu opiniões nas redes sociais. Em um encontro com jornalistas, o presidente disse que a extinção do horário especial já “quase certa” e que a decisão final sairá em breve. O anúncio repercutiu nas redes sociais e chegou a ser o quarto assunto mais comentado do Twitter. Vários internautas ironizaram a possível alteração. “Esta medida era o que estava faltando para colocar o Brasil no 1º Mundo. Deve ter exigido muito esforço de todos.
Bolsonaro anuncia Fábio Wajngarten como novo chefe da Secretaria de Comunicação da Presidência
O presidente Jair Bolsonaro anunciou nesta sext-feira (5) que o empresário Fábio Wajngarten assumirá a chefia da Secretaria de Comunicação Social (Secom) do Palácio do Planalto. O presidente comunicou a mudança durante café com jornalistas convidados, nesta sexta-feira (5), no Palácio do Planalto. Wajngarten substituirá no cargo Floriano Barbosa de Amorim, nomeado no início do governo, há três meses. Floriano trabalhou no gabinete do deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), filho do presidente da República. Empresário do setor de pesquisa de mídia, Wajngarten apoiou Bolsonaro na campanha eleitoral de 2018 e auxiliou o presidente a se aproximar da comunidade judaica.
O presidente Jair Bolsonaro indicou, segundo a Folha de S. Paulo, que o ministro da Educação, Ricardo Vélez, deve deixar o comando da pasta na próxima segunda-feira (8).
O presidente Jair Bolsonaro confirmou, durante transmissão ao vivo em sua página no Facebook, nesta quinta-feira (4), que o governo federal pagará o 13º benefício do Bolsa Família no final deste ano.
Prestes a completar 100 dias de governo na próxima semana, o presidente Jair Bolsonaro antecipou que cumprirá a promessa de pagar uma décima terceira parcela do Bolsa Família. Ele falou sobre o assunto em transmissão ao vivo no Facebook, na noite desta quinta-feira, 4, mas o anúncio formal só deve ocorrer na próxima semana. Segundo Bolsonaro, os recursos para viabilizar o pagamento virão do combate à fraude no programa. “Resolvemos aqui pelo Executivo e o décimo terceiro será anunciado na semana que vem para atingir diretamente os mais necessitados”, disse Bolsonaro.
Numa ironia, a defesa feita por um ministro da Educação de que os livros escolares precisam ensinar que 1964 não registrou um golpe irritou a cúpula militar e pode ser a gota d´água no seu processo de fritura. A Folha apurou que integrantes da ativa e do núcleo militar do governo Jair Bolsonaro que a afirmação feita na quarta (3) pelo ministro sobre a narrativa histórica do golpe é apenas uma tentativa dele para manter-se no cargo. Eles farão chegar ao presidente Jair Bolsonaro que a paciência com o ministro acabou.
Na saída de encontro com Jair Bolsonaro, o presidente nacional do DEM, ACM Neto, afirmou nesta quinta-feira (4) que o partido pode aderir à futura base aliada do governo federal. Segundo ele, o partido, que detém três pastas na Esplanada dos Ministérios, deve tratar do assunto com “absoluta naturalidade”.











