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Em viagem oficial nos Estados Unidos, o presidente Lula (PT) se reuniu com deputados americanos do partido Democrata antes de se encontrar com o presidente Joe Biden. Um dos encontros do petista chamou a atenção: a deputada Alexandria Ocasio-Cortez, que em janeiro pediu a expulsão do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) de solo americano.
O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Gilmar Mendes afirmou nesta sexta-feira (10) que a deputada Carla Zambelli (PL-SP) só não teve a prisão em flagrante decretada após sacar uma pistola e perseguir um homem em São Paulo por causa do foro privilegiado.
O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) confirmou nesta semana a um aliado a possível data do seu retorno ao Brasil: “Se tudo correr como o planejado”, ele voltará ao Brasil “na primeira semana de março”. A informção é da coluna Radar, da revista Veja.
A Câmara dos Deputados aprovou a criação mais cinco comissões permanentes. A novidade, que eleva de 25 para 30 o número de colegiados na Casa, é resultado do desmembramento de comissões já existentes. O texto do projeto de Resolução 15/23, aprovado na noite de quarta-feira (8), foi promulgado na mesma sessão pelo presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL). As novas comissões são as da Amazônia e dos Povos Originários e Tradicionais; da Saúde; do Trabalho; de Desenvolvimento Econômico; e de Comunicação.
A vereadora Maria Marighella (PT), nesta terça-feira (7), foi nomeada para assumir o cargo de presidente da Fundação Nacional das Artes (Funarte). A nomeação foi divulgada formalmente no Diário Oficial da União, e assinada pelo ministro da Casa Civil, Rui Costa (PT).
A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro, nesta segunda-feira (6), negou que tenha interesse em se candidatar à Presidência da República ou a demais cargos de poder.
O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) afirmou, em entrevista na sexta-feira (3) ao podcast The Charlie Kirk Show, apresentado pelo militante de extrema direita Charlie Kirk, que pretende voltar ao Brasil “nas próximas semanas” e que continuará na política como oposição ao governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
Na última quarta-feira, 1º, o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central decidiu manter a taxa Selic em 13,75% ao ano após a primeira reunião de 2023. Embora esperada, a decisão irritou a cúpula do governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que havia tentado articular uma redução da taxa básica de juros do país. O presidente da República acredita que a saída para a economia é fomentar o consumo, e para isso é necessário facilitar o acesso ao crédito, o que fica difícil com juros tão elevados. Mas o BC não só contrariou o petista como passou um corretivo no governo, sinalizando que a Selic seguirá alta por mais tempo. “A conjuntura particularmente incerta no âmbito fiscal, com expectativas de inflação se distanciando da meta em horizontes mais longos, demanda maior atenção na condução da política monetária. O comitê avalia que tal conjuntura eleva o custo da desinflação necessária para atingir as metas estabelecidas pelo Conselho Monetário Nacional. Nesse cenário, o Copom reafirma que conduzirá a política monetária necessária para o cumprimento das metas”, diz o comunicado da autoridade monetária.
O ex-ministro da Economia Paulo Guedes disse a aliados que quer criar um instituto para difusão do pensamento liberal ainda em 2023. A ideia, ainda embrionária, seria formar um think tank para a defesa de temas como Estado mínimo e a liberdade, ambos associados ao pensamento de direita.
Lideranças do União Brasil avaliam que o ex-juiz e agora senador Sergio Moro (UB-PR) encontrará dificuldades para “brilhar” no Senado Federal.










