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Após ameaçar deixar o governo, Guedes diz que tem “total compromisso com a retomada do crescimento econômico do país”
Após as ameaças de Paulo Guedes, que afirmou que deixaria o governo Bolsonaro e sairia do país caso a reforma da Previdência não fosse aprovada pela Câmara, o Ministério da Economia divulgou uma nota na noite desta sexta-feira afirmando que Guedes tem “total compromisso com a economia do país”. “O Ministério da Economia reafirma o total compromisso do ministro Paulo Guedes com a retomada do crescimento econômico do país e rechaça qualquer hipótese de que possa se afastar desse propósito.
Às vésperas da convenção nacional do PSDB, no próximo dia 31, que deve consolidar o poder do governador de São Paulo, João Doria, sobre seu partido, o tucano pregou em discurso para filiados que aqueles que não concordarem com as diretrizes do que ele chama de “novo PSDB” devem deixar a sigla.
Tem crescido desde janeiro o percentual do eleitorado que responsabiliza o presidente Jair Bolsonaro pelo atual cenário econômico brasileiro, conforme a nova pesquisa XP Investimentos, destaca a coluna Painel, da Folha. O índice passou de 3%, no começo do ano, para atuais 10%. Ainda conforme o levantamento, a rejeição ao governo ultrapassou a aprovação pela primeira vez.
O presidente Jair Bolsonaro participou, hoje (24), da cerimônia de entrega de 472 imóveis em um conjunto habitacional do programa Minha Casa, Minha Vida, em Petrolina (PE), que servirão de moradia própria para cerca de 2 mil pessoas. Foi a primeira viagem do presidente ao Nordeste desde que tomou posse. Pela manhã, ele se reuniu com os governadores da região no Recife.
O presidente Jair Bolsonaro conversou rapidamente hoje (23) com algumas pessoas, em Cascavel (PR), e reforçou o envio de projeto de lei ou medida provisória para alterar as regras da Carteira Nacional de Habilitação (CNH). Em um vídeo divulgado pelo Palácio do Planalto, Bolsonaro aparece respondendo algumas perguntas de uma pessoa que reclama da burocracia exigida para a profissão de caminhoneiro.
O prefeito de Salvador, ACM Neto (DEM), evitou opinar, nesta sexta-feira (24), sobre a declaração do líder do PSL na Câmara dos Deputados, Delegado Waldir (GO), que chamou a Bahia de “lixo”.
O Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4) determinou o bloqueio de mais de R$ 3,57 bilhões, incluindo valores e bens dos partidos MDB e PSB, de empresas, políticos e outros indivíduos. Cabe recurso da decisão. O bloqueio abrange R$ 1.894.115.049,55 do MDB, de Valdir Raupp (MDB-RO), da Vital Engenharia Ambiental, de André Gustavo de Farias Ferreira, de Augusto Amorim Costa, de Othon Zanoide de Moraes Filho, Petrônio Braz Junior e espólio de Ildefonso Colares Filho; e mais R$ 816.846.210,75 do PSB.
O prefeito de Sapeaçu George Vieira Gois será julgado pela justiça de 1º grau por crime de difamação. Assim decidiu a desembargadora do Tribunal de Justiça da Bahia, Soraya Moradillo Pinto, da Segunda Câmara Criminal. A decisão do último dia 16 de maio foi publicada na edição desta sexta-feira (24) do Diário da Justiça Eletrônico. Segundo termo circunstancial tombado pela Delegacia de Polícia de Sapeaçu, referenciado na decisão monocrática, Paulo Roberto de Oliveira acusa Vieira Gois de divulgar arquivos de áudios em rede social afirmando que ele é “uma bicha velha”. De acordo com o documento, o prefeito também afirmou que a vítima “aproveita-se da especialidade de urologia para ver o pinto dos pacientes”.
O governador Rui Costa (PT) criticou o governo de Jair Bolsonaro (PSL) por convocar manifestações a favor do presidente. Os atos estão previstos para acontecer no próximo domingo (26) e na Bahia devem ocorrer em 18 cidades. Para o petista baiano, o governo Bolsonaro quer “incentivar a guerra” com os protestos. “Quem está no governo federal não tem que convocar manifestação. Precisa juntar as pessoas a favor do Brasil e harmonizar as ideias. A postura deve ser de acalmar a população e chamar para o diálogo. Mas, em vez de governar, estão incentivando a guerra”, criticou, em uma postagem no Twitter. Rui Costa lembrou ainda que o ex-presidente Fernando Collor também convocou protesto a favor do governo e teve efeito contrário. “Eu me lembro da revolta com Collor, ele pediu a fita verde e amarela.
O ministro da Justiça, Sérgio Moro, tentou induzir a procuradora Raquel Dodge e a presidente Jair Bolsonaro a destinarem à pasta dele a multa paga pela Petrobras nos EUA no âmbito da Lava Jato. A informação é da coluna de Mônica Bergamo, do jornal Folha de S.Paulo. De acordo com a coluna, o revés de Moro se soma à derrota dele no Congresso. Na última quarta (22), m parlamentares decidiram que o Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) não ficaria sob o seu controle. O destino dos recursos da multa da Petrobras foi objeto de polêmicas.








