Últimas Notícias sobre POLÍTICA
Depois de exaltar os manifestantes que foram às ruas em defesa do governo, o presidente Jair Bolsonaro afirmou ter exagerado ao chamar de “idiotas úteis” os estudantes que participaram dos protestos contra o bloqueio de recursos da educação.
O Congresso Nacional tem analisado um tipo de reforma política específica que pode reduzir o tempo do ocupante do Palácio do Planalto, com a aprovação de um “recall” para o mandato de presidente, além do fim da reeleição para cargos executivos. A PEC deve ser colocada para votação no colégio de líderes já na próxima terça-feira e pode ser votada em breve no Senado. Os próprios eleitores teriam o poder de revogar o mandato do presidente da República. Para isso, seriam necessárias assinaturas de, no mínimo, 10% dos eleitores que compareceram à última eleição.
O ministro do Gabinete de Segurança Institucional, Augusto Heleno, afirmou que as manifestações de hoje pelo país estão com um “número significativo” e “nada desprezível” de pessoas nas ruas. Questionado pelo blog se a Abin (Agência Brasileira de Inteligência), que está subordinada a ele, já tinha números sobre o comparecimento nos atos, Heleno disse que não e que geralmente essas estimativas são muito “mal calculadas”. Mas afirmou que viu imagens dos atos e que havia “muita gente”.
O senador Otto Alencar (PSD) declarou neste domingo (26) que as manifestações pró-reformas e a favor de Jair Bolsonaro podem ter mostrado um “sintoma de fraqueza do governo”. O parlamentar defendeu ainda que os atos em todo o país não devem exercer pressão no Congresso pela aprovação de medidas de interesse do presidente.
O ministro da Justiça e da Segurança Pública, o ex-juiz Sérgio Moro ganhou seu próprio boneco inflável em Brasília.
O empresário e apresentador do “ O Aprendiz”, da Band, Roberto Justus, criticou a ex-presidente da República Dilma Rousseff mesmo depois de três anos do seu processo de impeachment. Em entrevista à colunista Mônica Bergamo, da Folha de S. Paulo, Justus declarou que não chamaria Dilma nem para fazer serviços domésticos em sua casa. “Quem deu o golpe foi a incompetência da Dilma Rousseff. Ela não sabe nem falar, quanto mais presidir um país. Ela é uma piada de mau gosto. Eu não contrataria a Dilma Rousseff para ser faxineira da minha casa, porque acho que ela não entenderia onde precisa limpar,
A manifestação em defesa do presidente Jair Bolsonaro (PSL) tomou conta da Orla da Barra, na manhã deste domingo (26). O trecho entre o Farol e o Cristo ficou completamente tomado pelos eleitores do chefe do Palácio do Planalto. O trio elétrico encerrou o percurso por volta do meio-dia e, ao final do evento, os ativistas seguiram para almoçar em um luxuoso shopping localizado na região. A praça de alimentação do empreendimento foi tomada por clientes vestindo camisas com as cores verde e amarelo. Durante o ato na Orla,
Contrariando as estatísticas, a União Europeia (UE) registrou um “boom” de afluência às urnas neste domingo (26), em 21 países onde se vota para o Parlamento Europeu. As eleições legislativas, que ocorrem a cada cinco anos, estão acontecendo desde a última quinta-feira (23) no continente. Sete nações já votaram e outras 21 encerram hoje o pleito. As urnas abriram às 7h locais e fecham às 23h em cada país. Os resultados devem começar a sair pela noite e serem confirmados na segunda-feira (27).
Enquanto grupos de direita se reuniam na manhã deste domingo (26) na praia de Copacabana para manifestar apoio a Jair Bolsonaro (PSL), o presidente compareceu a um culto na Igreja Batista Atitude, no Recreio dos Bandeirantes. Bolsonaro está no Rio desde sábado (25), quando desembarcou na cidade para ir à cerimônia de casamento do seu filho, o deputado federal Carlos Bolsonaro (PSL-SP). O presidente chegou à igreja por volta de 11h. Foi muito aplaudido por cerca de 3.800 fiéis.
Com o objetivo de corrigir a perda de direitos causados pela reforma trabalhista de 2017, o texto, de autoria do senador Paulo Paim (PT-RS) que garante gratuidade judiciária aos trabalhadores, foi aprovado pela Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH), na última quinta-feira (23). De acordo com a Agência Senado, o projeto de lei (PLS 267/2017) é inteiramente baseado ao antigo artigo 844 da Consolidação das Leis do Trabalho. A proposta surgiu em decorrência da adição de dois parágrafos da reforma trabalhista.











