Primeiro-ministro Francês apresenta demissão após moção de censura

A Assembleia Nacional derrubou o governo de Barnier, que agora aguarda nomeação de nova liderança por Emmanuel Macron.

Foto: Reprodução/X

O primeiro-ministro francês Michel Barnier formalizou sua demissão nesta quinta-feira (5) após a Assembleia Nacional Francesa aprovar uma moção de censura que resultou na queda de seu governo na noite anterior. O anúncio foi feito pelo gabinete da Presidência, que informou que o presidente Emmanuel Macron tomou “nota” da decisão de Barnier.

A demissão ocorreu após uma reunião de aproximadamente uma hora entre Macron e Barnier, na residência oficial do presidente. A partir de agora, espera-se que o gabinete de Barnier continue de forma interina até que o presidente francês designe um novo primeiro-ministro.

A moção de censura foi aprovada com o apoio de 331 deputados, superando os 288 votos necessários para sua aprovação. Com isso, o governo de Barnier torna-se o segundo na história da França a ser derrubado por uma moção de censura, sendo a primeira ocorrência em 1962, com a queda do governo de Georges Pompidou.

O primeiro-ministro francês Michel Barnier formalizou sua demissão nesta quinta-feira (5) após a Assembleia Nacional Francesa aprovar uma moção de censura que resultou na queda de seu governo na noite anterior. O anúncio foi feito pelo gabinete da Presidência, que informou que o presidente Emmanuel Macron tomou “nota” da decisão de Barnier.

A demissão ocorreu após uma reunião de aproximadamente uma hora entre Macron e Barnier, na residência oficial do presidente. A partir de agora, espera-se que o gabinete de Barnier continue de forma interina até que o presidente francês designe um novo primeiro-ministro.

A moção de censura foi aprovada com o apoio de 331 deputados, superando os 288 votos necessários para sua aprovação. Com isso, o governo de Barnier torna-se o segundo na história da França a ser derrubado por uma moção de censura, sendo a primeira ocorrência em 1962, com a queda do governo de Georges Pompidou.

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