O PSL nacional, após duas semanas da revelação do escândalo das candidaturas laranja, usou parte da verba que recebeu dos cofres públicos para contratar uma advogada exclusivamente para o diretório de Minas Gerais, um dos focos do caso.
Os gastos com serviços jurídicos dobraram desde o ingresso de Bolsonaro na sigla — o presidente permaneceu no partido por um ano e oito meses e se desfiliou em novembro passado. A legenda chegou, inclusive, a prever pagamento de abono natalino a um dos escritórios.
De acordo com a Folha, ocontrato firmado para o diretório de Minas, de R$ 250 mil, foi assinado em 15 de fevereiro de 2019 com a advogada Fernanda Lage Martins da Costa. Cinco meses depois, foi reajustado para R$ 340 mil.
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As candidaturas de laranjas do PSL também têm como foco das investigações o presidente nacional da sigla, Luciano Bivar.
(Metro1)





