S. A. de Jesus sedia 2º Seminário sobre abate clandestino e meio ambiente

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Imagem: Secom/Adab/Infosaj

A empresa Frigosaj convida a população de Santo Antônio de Jesus para o 2º Seminário Sobre Abate Clandestino nesta terça-feira,05 das 9h às 12h no Salão de Eventos do Hotel Pena Branca. Realizado pelo Ministério Público do Estado da Bahia, pela ADAB, pela Vigilância Sanitária e pela Frigosaj com o objetivo de conscientizar a população sobre o consumo de carne fiscalizada. O evento terá palestras da Dra. Márcia Câncio, coordenadora da CEACON, do Dr. Julimar Barreto, Promotor de Justiça da 1ª Promotoria da Comarca de Santo Antônio de Jesus e de Luiz Geraldo Sampaio Gerente Territorial da ABAD de SAJ e Fiscal Estadual Agropecuário.

Coibir o abate de animais em lugares sem higiene e expostos a sujeira é uma preocupação do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), por isso a importância de saber a procedência dos produtos no momento de adquiri-los. O Mapa alerta para os riscos de se consumir esse tipo de produto, especialmente na rua ou em estabelecimentos duvidosos. Além dos riscos de contaminação durante o processo de abate e transporte, o armazenamento e o preparo deste alimento podem fazer a diferença para a saúde do consumidor.

O risco maior é a toxinfecção alimentar, que pode levar à morte. Mas existem outras doenças que são transmitidas dos animais aos seres humanos, causando uma série de problemas. Por isso, o secretário de Defesa Agropecuária do Mapa, Ênio Marques, chama atenção para a importância de o consumidor comprar produto bem embalado, refrigerado e, principalmente, com o selo Serviço de Inspeção Federal (SIF) do Ministério da Agricultura, que atesta a qualidade, bem como do Organismo Estadual (SIE) ou Municipal (SIM) correspondente. “Procurar sempre um produto que seja ‘sifado’ e que tenha procedência de um local que você conheça é a melhor coisa a se fazer. Risco é uma questão de comportamento”, afirma Marques, numa referência sobre a responsabilidade do consumidor ao comprar produtos baratos e sem a certificação.
O SIF tem o controle da origem dos produtos. Cada animal abatido é fiscalizado por uma equipe do Mapa, composta por veterinários e auxiliares, além de profissionais contratados pela própria empresa. Em caso de detecção de irregularidades no procedimento de colocação do SIF, o processo de produção é interrompido, há a autuação do estabelecimento e a avaliação do risco para a produção. O processo só é retomado quando a empresa apresentar um plano de prevenção. As vistorias nesses estabelecimentos são diárias e já começam antes do início da produção. Dados do Departamento de Inspeção de Produtos de Origem Animal (Dipoa) apontam para 278 os abatedouros sifados no País. No ano passado, os processos produtivos de produtos de origem animal apresentaram elevados índices de conformidade (90,51%). No período, foram analisadas 75.020 amostras de produtos de origem animal, sendo que 94% apresentaram conformidade com os padrões legais vigentes.
O Serviço de Inspeção Federal atua junto a cada estabelecimento, exigindo as boas práticas de fabricação e examinando os animais, antes e após a sua morte, descartando quaisquer produtos que sejam considerados impróprios para consumo.

O seminário acontecerá dia nesta terça-feira, 05 de novembro, no Salão de Eventos do Hotel Pena Branca em Santo Antônio de Jesus, a entrada é gratuita. (Suinocultura Industrial)

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