Últimas Notícias sobre aquecimento global
Camada de ozônio mostra sinais de recuperação e pode voltar aos níveis dos anos 1980 até 2066
A camada de ozônio da Terra apresentou sinais de recuperação em 2024, segundo o Boletim de Ozônio divulgado nesta terça-feira (16) pela Organização Meteorológica Mundial (OMM), no Dia Mundial do Ozônio e nos 40 anos da Convenção de Viena. O documento aponta que o buraco sobre a Antártida foi menor em comparação com os últimos anos, resultado atribuído a ações científicas e de cooperação internacional.
Um incêndio de grandes proporções atinge a região florestal no sul da França desde a tarde de terça-feira (5), sendo considerado um dos mais severos registrados no país nos últimos 70 anos. De acordo com autoridades locais, uma mulher morreu ao se recusar a deixar sua residência, e ao menos 13 pessoas ficaram feridas. Três seguem desaparecidas.
As mudanças climáticas podem comprometer a qualidade nutricional dos alimentos que chegam ao nosso prato. É o que indica um estudo apresentado no último dia 8, durante a Conferência Anual da Sociedade de Biologia Experimental, em Antuérpia, na Bélgica. A pesquisa aponta que o aumento das temperaturas e da concentração de dióxido de carbono (CO₂) no ar — efeitos diretos do aquecimento global — pode causar a redução de nutrientes essenciais em hortaliças como rúcula, espinafre e couve.
A Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas de 2025 (COP30), que será sediada em Belém, no Pará, divulgou nesta semana os primeiros nomes que integrarão o time de enviados especiais do evento. Entre os escolhidos estão a primeira-dama do Brasil, Janja da Silva, e a ex-primeira-ministra da Nova Zelândia, Jacinda Ardern.
O secretário-geral da ONU, António Guterres, fez um alerta contundente nesta segunda-feira (30), ao declarar que o mundo viveu uma “década de calor mortal”, com 2024 consolidando-se como o ano mais quente já registrado. Em sua mensagem de Ano Novo, Guterres destacou que a humanidade enfrenta um colapso climático e pediu ações imediatas para “sair desta estrada para a ruína”.
O ano de 2024 está prestes a ser registrado como o mais quente da história, segundo o Serviço de Mudança Climática do Copernicus (CS3). Em boletim divulgado nesta segunda-feira (9), a entidade europeia revelou dados que apontam um aumento sem precedentes na anomalia de temperatura global.
Secretário-geral da ONU aponta bilionários e países ricos como responsáveis pelas mudanças climáticas
Durante a Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP29), realizada em Baku, no Azerbaijão, o secretário-geral da ONU, António Guterres, fez duras críticas aos bilionários e às nações mais ricas, responsabilizando-os pelo agravamento da crise climática.
O ano de 2024 está a caminho de se tornar o mais quente já registrado na história, ultrapassando a meta estabelecida na conferência climática de Paris, em 2015. Dados do Serviço de Mudança Climática Copernicus, da União Europeia, apontam que a temperatura média global provavelmente ficará mais de 1,55°C acima do nível pré-industrial.
Aquecimento global e mudanças climáticas podem causar ainda o desaparecimento do Mercado Modelo
A capacidade de adaptação dos países às mudanças causadas pelo aquecimento global pode acabar, caso as emissões de gases de efeito estufa não sejam drasticamente reduzidos nesta década. Segundo relatório da Chatham House, think tank (instituições que se dedicam a produzir conhecimento sobre temas políticos, econômicos ou científicos) britânica de pesquisa sobre o desenvolvimento internacional, fundada em 1920, as mudanças podem ser irreversíveis entre 2040 e 2050.



