Últimas Notícias sobre bebidas alcoólicas

Foto: Reprodução

Sete pessoas foram internadas no Hospital Geral Santa Tereza, no município de Ribeira do Pombal, no nordeste da Bahia, com suspeita de intoxicação causada pela ingestão acidental de metanol após o consumo de bebida alcoólica. A informação foi confirmada na noite desta segunda-feira (29) pela Secretaria da Saúde do Estado da Bahia (Sesab).

A Polícia Federal vai investigar o possível envolvimento do crime organizado nos casos de adulteração de bebidas alcoólicas com metanol registrados em São Paulo. A informação foi divulgada nesta terça-feira (30), durante coletiva de imprensa em Brasília, realizada pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública e pelo Ministério da Saúde.

O Ministério Público da Bahia (MP-BA) emitiu, nesta segunda-feira (25), uma recomendação conjunta para reforçar o combate ao consumo de bebidas alcoólicas por crianças e adolescentes nos municípios de Capim Grosso, Quixabeira e São José do Jacuípe. A medida foi direcionada a gestores municipais, forças policiais, conselhos tutelares e proprietários de bares e restaurantes.

Custo de produção era de cerca de R$ 5 por garrafa, mas os produtos eram revendidos por até R$ 200 | Foto: Divulgação/Polícia Civil

A Polícia Civil de São Paulo prendeu na manhã desta quinta-feira (29) o empresário Alerrandro Adriano de Andrade Araújo, acusado de ser o líder de uma quadrilha especializada na fabricação e distribuição de bebidas alcoólicas falsificadas. A prisão foi realizada no município de Monte Alto, interior do estado, após meses de investigações conduzidas pelo 42º Distrito Policial (DP).

Segundo os investigadores, o grupo criminoso vendia bebidas adulteradas como se fossem originais para adegas e distribuidoras em São Paulo e Minas Gerais, gerando prejuízos milionários à indústria legal e colocando em risco a saúde de milhares de consumidores.

Esquema começou a ser desvendado em janeiro
As investigações tiveram início em janeiro, quando a polícia prendeu Anderson Alex da Silva na zona leste da capital paulista. Em seu imóvel, foram apreendidas cerca de 5 mil garrafas de uísque, vodka e gim falsificados, já prontos para distribuição.

De acordo com a Polícia Civil, as bebidas eram produzidas com líquidos de baixa qualidade e misturas químicas destinadas a simular o sabor e aroma de marcas conhecidas. O custo de produção girava em torno de R$ 5 por garrafa, enquanto a revenda chegava a R$ 200, configurando lucro abusivo baseado em fraude.

Perigo à saúde pública
A operação também revelou sérios riscos sanitários. As bebidas adulteradas eram engarrafadas em ambientes insalubres, sem qualquer controle de qualidade, e continham elementos químicos não identificados, que podem causar sérios danos à saúde dos consumidores.

“O impacto econômico é relevante, mas o maior perigo está no que essas substâncias desconhecidas podem causar ao organismo. É uma ameaça direta à saúde pública”, destacou um dos delegados envolvidos na operação.

Investigações continuam
A Polícia Civil continua com as diligências para identificar outros integrantes da quadrilha e localizar possíveis pontos de produção e distribuição nos estados de São Paulo e Minas Gerais. A expectativa é que novos mandados de prisão e busca sejam expedidos nos próximos dias.

Pixabay/Alexa

O Ministério da Saúde emitiu uma nota oficial defendendo a criação de um imposto seletivo sobre bebidas alcoólicas no Brasil. Segundo a pasta, a medida é considerada uma estratégia crucial para reduzir mortes e doenças relacionadas ao consumo desses produtos. A posição do órgão surge após a proposta de taxação ser incluída no projeto de regulamentação da Reforma Tributária, recentemente aprovado no Congresso Nacional.

A Comissão do Esporte da Câmara dos Deputados aprovou um projeto de lei que proíbe a venda, distribuição e porte de bebidas alcoólicas em campeonatos profissionais de futebol de âmbito nacional.

A maioria dos estados brasileiros decidiu não adotar a Lei Seca para as eleições deste domingo (6). De acordo com um levantamento da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel), 15 federações, incluindo a Bahia, abrirão mão da restrição, permitindo a venda de bebidas alcoólicas durante o dia da votação.

Arábia Saudita

Será inaugurada, nas próximas semanas, a primeira loja de bebidas alcoólicas da Arábia Saudita, que atenderá exclusivamente diplomatas não muçulmanos na capital do país, Riad.

urna eletrônica. Foto: Nelson Jr./ ASICS/TSE

O consumo e venda de medidas alcoólicas durante o segundo turno reste domino (30), estão proibidas após uma determinação da Justiça Eleitoral. A proibição vale para as cidades de Santo Antônio de Jesus, Dom Macedo Costa e Varzedo das 0h até às 17h deste domingo.

Foto: Domínio Público

Uma pesquisa encomendada pelo Instituto Brasileiro do Fígado (Ibrafig) ao Datafolha mostrou que 55% dos brasileiros com mais de 18 anos de idade consomem bebidas alcoólicas, sendo que um em cada três indivíduos consomem semanalmente.

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