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O dólar tinha alta acentuada na manhã desta quarta-feira (18), tendo no radar o aumento do número de casos de coronavírus fora da China, que tem provocado forte aversão à risco no mercado, informa o site da revista Exame.
O dólar fechou em alta e renovou recorde de fechamento hoje (13), depois de recuar mais cedo, com as principais bolsas de valores registrando um dia de alívio.
A disparada aconteceu apesar do anúncio do Banco Central de leilão de venda à vista de até 2,5 bilhões de dólares para esta quinta-feira, cancelando o anúncio de venda de até 1,5 bilhão feito no dia anterior.
Em mais um dia tenso no mercado financeiro, o dólar subiu e voltou a bater recorde nominal desde a criação do real. Nem as intervenções do Banco Central conseguiram segurar a cotação. A bolsa de valores recuou quase 5% e teve a maior queda diária em uma semana.
O dólar opera em alta pela 12ª sessão consecutiva hoje (5), em meio às expectativas de corte de juros devido aos riscos econômicos do coronavírus.
O dólar renovou seu recorde hoje (4), superando R$ 4,55, conforme operadores que avaliaram os efeitos no câmbio após um eventual novo corte de juros pelo Banco Central (BC) neste mês.
Em meio ao receio de uma recessão global provocada pelo novo coronavírus, o dólar subiu e voltou a bater recorde nominal desde a criação do real. Nem o corte emergencial dos juros pelo Federal Reserve (Fed), Banco Central norte-americano, conteve as turbulências no mercado.
O dólar fechou em alta hoje (2) pela 9ª sessão consecutiva, renovando recorde de fechamento. A moeda abriu com forte elevação no início do dia, chegando a bater R$ 4,5067, mas foi desacelerando ritmo de alta diante da perspectiva de possíveis medidas de estímulos de bancos centrais, incluindo a possibilidade de um corte da taxa de juros nos Estados Unidos.
Quem usa o cartão de crédito no exterior vai poder calcular com mais precisão o custo das compras internacionais. Entra em vigor hoje (1º) determinação do Banco Central (Circular nº 3918) que obriga as operadoras de cartão a usar a cotação do dólar do dia da compra – e não mais a do dia de vencimento da fatura – para conversão do valor em real.
Em mais um dia marcado pelo receio de uma recessão global provocada pelo novo coronavírus, a instabilidade diminuiu. O dólar voltou a subir e a bater recorde nominal desde a criação do real, mas a bolsa interrompeu a sequência de quedas.



