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Produzido pela farmacêutica indiana Bharat Biotech, a vacina Covaxin se mostrou 80,6% eficaz na prevenção de casos sintomáticos da Covid-19. Os dados foram obtidos através de um estudo clínico preliminar. Realizado em larga escala, os resultados foram divulgados hoje (3).

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Testar a eficácia de vacina contra o vírus HIV, que interfere na capacidade do organismo de combater infecções. Trata-se do estudo Mosaico, que a Universidade de Minas Gerais, em conjunto com centros de pesquisa de diversos países, aderiu e pretende avaliar dois imunizantes projetados para fornecer proteção contra diferentes variedades do vírus em todo o mundo.

Profissional de saúde segura frasco da vacina Sputnik V em Moscou, na Rússia, no dia 18 de janeiro. — Foto: Shamil Zhumatov/Reuters

A vacina Sputnik V, desenvolvida pelo instituto russo de pesquisa Gamaleya para a Covid-19, teve eficácia de 91,6% contra a doença, segundo resultados preliminares publicados nesta terça-feira (2) na revista científica “The Lancet”, uma das mais respeitadas do mundo. A eficácia contra casos moderados e graves da doença foi de 100%.

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O anúncio de que a vacina CoronaVac registrou 50,38% de eficácia global nos testes realizados no Brasil, levou a questionamentos em redes sociais sobre se isso significa que apenas metade das pessoas que a tomam desenvolvem proteção contra a Covid-19.

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O Instituto Butantan informou nesta quinta-feira (7/1) à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) que a vacina CoronaVac, feita em parceria com a farmacêutica chinesa Sinovac, tem uma eficácia de 78% em casos leves e 100% em casos graves. As informações foram confirmadas pelo governo de São Paulo em coletiva de imprensa.

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A vacina russa Sputnik V contra a Covid-19, demonstrou eficácia “acima de 95%” 21 dias após a segunda dose da vacina e 42 dias após a primeira dose. As informações sobre o imunizante foram divulgadas nesta terça-feira (24) por autoridades do país, de acordo com reportagem do G1.

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A vacina contra a Covid-19 desenvolvida pela Universidade de Oxford e a farmacêutica AstraZeneca mostrou eficácia média de 70% conforme a dosagem, segundo resultados preliminares divulgados hoje (23).

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A cientista-chefe da Organização Mundial de Saúde (OMS), Soumya Swaminathan, admitiu que uma vacina com apenas metade da eficácia pode ser aprovada pela organização. A declaração foi feita hoje (21) em entrevista coletiva.

A azitromicina foi testada em estudo clínico brasileiro somada ao tratamento padrão, que incluía também a hidroxicloroquina

Amplamente usada em todo o mundo na resposta ao novo coronavírus, a azitromicina recebeu um grande balde de água fria nesta sexta-feira (04/09).

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O Ministro da Saúde do Brasil, Luiz Henrique Mandetta, recomendou durante coletiva realizada em 1º de abril que toda a população adotasse o uso das máscaras de pano como forma de combate e prevenção ao coronavírus. As máscaras cirúrgicas seguem recomendadas apenas para pessoas que apresentam sintomas da COVID-19 e para profissionais da saúde. Entretanto, princialmente depois do pronunciamento do ministro, muitos questionamentos sobre a eficácia das máscaras caseiras surgiram.

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