Últimas Notícias sobre gênero

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A Defensoria Pública da Bahia ((DP-BA) realizará um mutirão de adequação de nome e gênero nos dias 8 e 9 de agosto, das 8h às 12h e das 13h às 17h. Nesta edição, o mutirão conta também com a parceria da Comissão de Diversidade Sexual e de Gênero da Ordem dos Advogados do Brasil – Seção Bahia (OAB-BA).

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A Bahia atingiu, nos primeiros seis meses de 2022, o número recorde de pessoas que mudaram os registros do nome e gênero em Cartório de Registro Civil em um semestre desde a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que reconheceu o direito de transgêneros e transexuais de adequarem as suas identidades em seus documentos de identificação.

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Destaque nos Jogos Olímpicos de Tóquio, a jogadora Barbra Banda, da Zâmbia, foi cortada da disputa da Copa Africana de Nações feminina por “não conseguir comprovar seu gênero”.

Por fraude na cota de gênero com candidaturas de ‘laranjas’, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) anulou todos os votos de quatro vereadores do Partido Democrático Trabalhista (PDT), eleitos em 2020 na cidade de Uauá, no norte da Bahia.

O Parque Shopping Bahia, em Lauro de Freitas,  retirou as placas que elucidava sobre a autorização para  que pessoas utilizassem os banheiros correspondentes ao gênero com os quais se identificassem.

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Só quando completou 17 anos que Juliana Fernandes, percebeu que tinha menos liberdade e menos incentivo para pensar em uma carreira bem sucedida do que os seus irmãos.

Byun Hee-soo, durante seu pronunciamento em que disse que gostaria de permanecer no exército, em 22 de janeiro de 2020 — Foto: Yonhap / AFP

Uma militar da Coreia do Sul que ingressou no Exército como homem e, mais tarde, passou por uma cirurgia de redesignação sexual, pediu nesta quarta-feira (22) para permanecer nas Forças Armadas depois de saber de sua expulsão. A Coreia do Sul é profundamente conservadora em questões de identidade de gênero, e as relações homossexuais entre militares ainda … continue

Foto: (Walter Craveiro/Flip/Divulgação)

O Ministério das Relações Exteriores apresentou, nesta quinta-feira (11), ao Conselho Nacional de Direitos Humanos (CNDH), o documento de candidatura do Brasil à reeleição no Conselho de Direitos Humanos das Nações Unidas (CDH), para o triênio de 2020 a 2022. As eleições acontecem em outubro deste ano, e há duas vagas para países sul-americanos. O Conselho de Direitos Humanos da Organização das Nações Unidas (ONU) é formado por 47 membros, que cumprem mandatos de três anos, com limite de uma reeleição. Em outubro de 2016, Brasil e Cuba foram escolhidos para o período entre 2017 e 2019.

Foto de Márcia Foletto / Agência O Globo Foto: Márcia Foletto / Sociedade

Aos 5 anos, Bruna (nome fictício) disse para a mãe que era menina, e não menino, como seu corpo havia nascido. A frase surgiu num momento em família, quando Bruna estava com seu irmão mais novo e a mãe e ficou paralisada na frente de uma boneca da personagem Moranguinho.

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