Últimas Notícias sobre Lula

Procurador da República Deltan Dallagnol / Foto: Estadão

Em meio à polêmica dos diálogos divulgados pelo site The Intercept que apontam para a tese de que teria participado de conluio com o ex-juiz Sérgio Moro na Lava Jato, o procurador da República Deltan Dallagnol, coordenador da força-tarefa do Ministério Público Federal na maior operação já deflagrada no país contra a corrupção, afirma que ele e seus colegas jamais agiram para não ‘melindrar’ o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso.

Foto: Divulgação

O ex-governador da Bahia e senador Jaques Wagner (PT-BA) sugeriu nesta quinta-feira (4) que o empreiteiro Léo Pinheiro sofreu ameaças para escrever carta enviada para o jornal Folha de S. Paulo na qual o ex-executivo da OAS reitera acusações contra o petista.

Foto: Luis Macedo / Agência Câmara

O ex-executivo da empreiteira OAS Léo Pinheiro enviou uma carta para o jornal Folha de S. Paulo, reafirmando as acusações que fez contra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no caso do tríplex do Guarujá. Ele é testemunha-chave para condenação do petista.

Foto: Reprodução

O juiz Luiz Antonio Bonat, da 13ª Vara Federal de Curitiba, negou à defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) acesso aos elementos do acordo de leniência da Odebrecht que tenham relação com o processo de doação de um terreno para o instituto que leva o nome do petista.

Foto: Reprodução/ Getty Images

Uma nova reportagem com base em trocas mensagens a que o site The Intercept teve acesso mostra que a delação do empreiteiro baiano Léo Pinheiro foi vista com dúvidas por integrantes da Operação Lava Jato. Esse cenário mudou, no entanto, quando novas versões do depoimento de Pinheiro foram dadas e o nome do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva foi citado, assim como afirmações sobre o apartamento tríplex do Guarujá, em São Paulo, caso que culminou na condenação do ex-presidente.

Foto: Luis Macedo / Agência Câmara

O empreiteiro que incriminou o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no caso que o levou à prisão foi tratado com desconfiança pela Operação Lava Jato durante quase todo o tempo em que se dispôs a colaborar com as investigações, segundo mensagens privadas trocadas entre procuradores envolvidos com as negociações.

Foto: Divulgação

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, preso em Curitiba desde abril de 2018, entrou com um processo de indenização contra Alessandra Strutzel. O motivo? A blogueira comemorou no Facebook a morte do neto do político, Arthur Lula da Silva, de sete anos, em março deste ano. Ao compartilhar a notícia do óbito, Alessandra escreveu “Pelo menos uma notícia boa”. Em seguida, em novo post, comentou: “Se nem ele está triste por que eu estaria?”, em referência a uma foto de Lula sorrindo ao lado de policiais federais na sede da PF no Paraná.

Foto : Marcelo Camargo/Agência Brasil

O ministro da Educação, Abraham Weintraub, será processado pelo PT por ter comparado Lula e Dilma aos 39 quilos de cocaína apreendidos em avião da Força Aérea Brasileira (FAB). Weintraub resolveu fazer piada com a situação, escrevendo que “No passado o avião presidencial já transportou drogas em maior quantidade. Alguém sabe o peso do Lula ou da Dilma?” (saiba mais aqui).

Abraham Weintraub / Foto: Dida Sampaio / Estadão

O ministro da Educação, Abraham Weintraub, se tornou o assunto mais comentado no Twitter do Brasil nesta manhã ao postar, em seu perfil na rede social, que “no passado, o avião presidencial já transportou drogas em maior quantidade. Alguém sabe o peso do Lula ou da Dilma?”.

O que acontece com Lula depois da liminar negada pelo STF

Nesta terça-feira, 25, a Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) rejeitou um pedido da defesa para que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva ficasse em liberdade até o julgamento do habeas corpus que pede a suspeição do ex-juiz federal Sergio Moro no caso do tríplex do Guarujá, que levou o petista à prisão. Apenas os ministros Gilmar Mendes e Ricardo Lewandowski concordaram em conceder uma liminar para tirar o petista da prisão, onde está desde 7 de abril de 2018, até que o STF tenha uma decisão sobre a parcialidade de Moro na condução do processo, apontada pela defesa do petista.

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