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Foto: Divulgação

O sargento do Corpo de Bombeiros Maxwell Simões Corrêa, conhecido como Suel, foi preso nesta quarta-feira (10) por suspeita de envolvimento no assassinato de Marielle Franco e de Anderson Gomes. A Delegacia de Homicídios da Capital (DHC), no Rio de Janeiro, e o Ministério Público apontam o bombeiro como cúmplice do sargento da reserva da Polícia Militar Ronnie Lessa.

Foto: Reprodução/G1

A Justiça do Rio de Janeiro determinou a quebra do sigilo fiscal e bancário e o sequestro de bens de Ronnie Lessa e Élcio de Queiroz, acusados do assassinato da vereadora Marielle Franco e o motorista Anderson Gomes, em março de 2018. A polícia ainda investiga os possíveis mandantes do crime. A decisão é da Vara Especializada de Combate ao Crime Organizado.

Foto : Reprodução/ TV Globo

A voz do porteiro que liberou a entrada do ex-PM Élcio de Queiroz no condomínio Vivendas da Barra, no dia do assassinato da vereadora Marielle Franco (PSOL) e do motorista Anderson Gomes, não é a do funcionário que mencionou o presidente Jair Bolsonaro aos investigadores da Delegacia de Homicídios (DH). A informação é de um laudo da Polícia Civil obtido pelo jornal O Globo.

Foto: Raul Spinassé/ Ag. A Tarde

A arquiteta Mônica Benício, viúva da vereadora Marielle Franco, pediu mais uma vez, nesta sexta-feira (31), a resolução do caso da morte da vereadora, morta em março de 2018 no Centro do Rio. Benício ponderou em entrevista ao programa Isso é Bahia, de A Tarde FM 103.9 com Jefferson Beltrão e Fernando Duarte, que nem um mandato Legislativo pode proteger Marielle Franco.

Ministro do STF Alexandre de Moraes Marcelo Chello/CJPress/.

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes arquivou dois pedidos de investigação contra o presidente Jair Bolsonaro por suposta obstrução de Justiça no caso do assassinato da vereadora Marielle Franco. As ações haviam sido pedidas pelo Partido dos Trabalhadores (PT) e pela Associação Brasileira de Imprensa (ABI).

Figurinha compartilhada por um assessor de Flávio Bolsonaro em um grupo de WhatsApp Foto: Reprodução

Um assessor de Flávio Bolsonaro fez piada com a morte de Marielle Franco em um grupo de assessores do Senado.

Foto: © Fornecido por Catraca Livre Portal e Comunicação Ltda

Um dos homens apontados como chefe da milícia de Rio das Pedras, Jorge Alberto Moreth, chamado de Beto Bomba, pode estar envolvido nos assassinatos da vereadora Marielle Franco (PSOL) e do motorista Anderson Gomes. O suspeito se entregou nesta sexta-feira, 24, à Polícia Civil. O Ministério Público do Rio de Janeiro chegou ao suspeito por meio do Disque Denúncia, segundo informação da TV Globo. De acordo com o MP, a Associação de Moradores de Rio das Pedras, na qual ele ocupou cargos importantes, era quartel-general dos milicianos e usada para legalizar bens imobiliários ilegais.

Foto: Reprodução/Arquivo Pessoal

Um relatório da Polícia Federal apontou que um policial militar atuou para atrapalhar as investigações da morte da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes. Segundo o portal G1, o policial Rodrigo Jorge Ferreira, o Ferreirinha, teria criado uma história com a finalidade de confundir as autoridades, além de ter aproveitado a trama para se vingar. Segundo o relatório, Ferreirinha é ex-aliado de Orlando Oliveira de Araújo, o Orlando Curicica, que foi acusado de tramar o atentado ao lado do vereador Marcello Siciliano. Curicica, que cumpre prisão por outros casos em uma penitenciária federal, e Siciliano negam envolvimento no crime, mas chegaram a ser investigados a partir das suspeitas levantadas por Ferreirinha.

Foto: TV Globo

A Justiça do Rio de Janeiro negou o pedido de relaxamento da prisão do ex-policial militar Élcio Queiroz, um dos acusados de participação na morte da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes, crime ocorrido no dia 14 de março do ano passado, no bairro do Estácio. O pedido de habeas corpus foi negado pelo juízo da 4ª Vara Criminal do Tribunal de Justiça.

Ronnie Lessa e Élcio Queiroz foram transferidos na quinta-feira — Foto: Reprodução/TV Globo

Os ex-policiais militares Ronnie Lessa e Élcio Queiroz, suspeitos de terem matado a vereadora Marielle Franco e o motorista Anderson Gomes, foram transferidos para um presídio federal no Rio Grande do Norte. A transferência ocorreu na quinta-feira (28), mas só foi divulgada nesta sexta-feira (29), por motivos de segurança. A informação foi confirmada pela Secretaria de Estado de Administração Penitenciária (Seap). Eles foram presos no último dia 12 e atualmente estavam detidos em presídio de segurança máxima no Complexo Prisional de Bangu.

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