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Foto: Clauber Cleber Caetano/PR

A Polícia Federal (PF) indicou nesta quinta-feira (21) que o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) pode enfrentar até 28 anos de prisão se condenado pelos crimes investigados no âmbito do suposto golpe de Estado planejado após a derrota nas eleições de 2022.

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O ex-presidente Jair Bolsonaro se pronunciou nesta quinta-feira (21) após ser indiciado pela Polícia Federal por três acusações: tentativa de golpe de Estado, abolição violenta do Estado Democrático de Direito e organização criminosa.

Foto: Ricardo Stuckert / PR

Em declaração pública pela primeira vez sobre o plano de militares para assassiná-lo por envenenamento, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) mostrou gratidão por ter sobrevivido. A investigação da Polícia Federal (PF) revelou que o esquema também incluía o vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB) e o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, que seria alvo de prisão e assassinato.

Imagem ilustrativa | Foto: Divulgação / Polícia Federal

A Polícia Federal deve divulgar nesta quinta-feira (21) o relatório final do inquérito que apura a tentativa de golpe de Estado após as eleições de 2022. Segundo informações divulgadas pelo portal g1, cerca de 40 pessoas já estão na lista de indiciados, mas esse número pode aumentar.

Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

O general da reserva Braga Netto afirmou não ter qualquer participação no plano que previa o assassinato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), do vice-presidente Geraldo Alckmin e do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). As informações foram divulgadas pela CNN Brasil.

Foto: Reprodução

Nesta quinta-feira (21), o tenente-coronel Mauro Cid será ouvido pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), em Brasília. A audiência, marcada para as 14h, abordará contradições entre a delação premiada de Cid e as descobertas da Polícia Federal (PF) sobre um suposto plano de golpe de Estado.

Foto: Arquivo/ABR

Após a operação da Polícia Federal (PF) que implicou Jair Bolsonaro (PL) em atos golpistas e no conhecimento de planos para assassinar o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o vice Geraldo Alckmin e o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes, o ex-presidente fez uma publicação nas redes sociais.

Foto: Alberto Maraux / SSP-BA

Uma operação encerrada na noite desta segunda-feira (18) resultou na prisão de 35 integrantes de facções criminosas em Salvador e em 25 cidades do interior da Bahia. A ação faz parte da 1ª fase da Operação Artemis, conduzida pela Força Integrada de Combate ao Crime Organizado (Ficco) e pela Polícia Militar, com apoio das Polícias Federal e Civil.

Foto: Wilton Junior/Estadão / Estadão

A Polícia Federal prendeu, nesta terça-feira (19), cinco suspeitos de arquitetar um golpe de Estado após as eleições de 2022 com o objetivo de impedir a posse do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). De acordo com informações do g1, o plano incluía o assassinato de Lula, do vice-presidente Geraldo Alckmin e do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes.

A Polícia Federal investiga dois policiais rodoviários federais (PRFs) – entre eles, um baiano – e três militares por envolvimento com o tráfico de drogas. Os agentes são suspeitos de cooperar com a facção Comando Vermelho (CV) e cobrar até R$ 2 mil por quilo de cocaína no transporte do entorpecente. As informações são do portal Metrópoles. 

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