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A projeção coloca a inflação no teto da meta estabelecida pelo Banco Central, cujo objetivo é 3%, com tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. O boletim também aponta que a inflação para 2025 subiu para 3,99%.
O Comitê de Política Monetária do Banco Central (Copom) decidiu, por unanimidade, nesta quarta-feira (31) manter a taxa Selic, os juros básicos da economia, em 10,5% ao ano. ?
Lula lamenta com a decisão de manter a taxa Selic e acusa bancos privados de preferirem lucrar com juros altos
Um dia depois do Comitê de Política Monetária (Copom) decidir interromper o ciclo de queda da taxa Selic, hoje em 10,5% ao ano, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva lamentou a decisão e afirmou que “foi uma pena”.
Selic deve cair a 9,5% até o fim de 2024, o que vai acelerar crédito, diz presidente da Caixa
Opresidente da Caixa, Carlos Vieira, projetou neste domingo, 17, que a Selic será a reduzida a 9,5% até o final do ano que vem, em um movimento que deve ampliar a capacidade de expansão de crédito e baixar o juro da casa própria.
Em decisão unânime, o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central anunciou nesta quarta-feira, 1º, novo corte de 0,5 ponto porcentual para a Selic, que passou de 12,75% para 12,25%, no momento em que o governo discute a revisão da meta de déficit zero para as contas públicas em 2024. Foi o terceiro corte consecutivo.
O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, saiu nesta sexta-feira, 4, em defesa do Banco Central (BC), especialmente à sua decisão de cortar a Selic em 0,5 ponto porcentual (p.p.), de 13,75% para 13,25% ao ano, na quarta-feira, 2. Ele rebateu críticas de setores do mercado financeiro, que atribuiu a turbulência da quinta-feira, 3, nos mercados à medida doméstica de política monetária.
Após a Fitch elevar a nota do Brasil na classificação de risco de crédito, investidores aumentaram as expectativas de que o Banco Central do Brasil possa reduzir a taxa básica de juros (Selic) em 0,5 ponto porcentual. As informações são da CNN.
O ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, cobrou providências do Senado contra a presidência do Banco Central (BC).
O Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (CFOAB) se posicionou, na quarta-feira (1), contra a adoção da taxa Selic enquanto taxa de juros de mora e correção monetária das dívidas civis, durante julgamento do REsp nº 1081149/RS, no Superior Tribunal de Justiça (STJ). A entidade participa do processo como amicus curiae e foi representada pelo diretor-tesoureiro da OAB Paraná, Luiz Fernando Pereira.
O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) decidiu, nesta quarta-feira (21), manter a taxa básica de juros. Com isso a Selic continua 13,75% a.a., interrompendo um ciclo de 12 altas seguidas, iniciada em março de 2021.



